VIVER DE FILOSOFIA “CONHECER A SI PRÓPRIO É O MAIOR SABER”.

Marcando uma grande empolgação em seu conhecimento sobre como viver de filosofia.“Conhecer a si próprio é o maior saber”.

domingo, 14 de outubro de 2018

Moeda social é a moeda alternativa a moeda oficial da região, utilizada por um certo grupo.

Moeda social é a moeda alternativa a moeda oficial da região, utilizada por um certo grupo. 


A moeda social age como uma moeda complementar a moeda nacional, porém não a substitui. 

Em função do quadro de globalização das finanças mundiais, acentuam-se algumas críticas de que o sistema globalizado corrobora para o aumento da desigualdade social entre nações e comunidades locais e nações e comunidades periféricas, tal fato pode colaborar com a geração de crises globais do setor financeiro. 

Em algumas zonas as trocas se baseavam em produtos de valor material, como de origem animal ou vegetal, em outras comunidades as relações comerciais eram feitas através de trocas de objetivos sem valor comercial. 

Quando a experiência estava virando uma referência para economistas, o banco central austríaco interditou o sistema.

No ano de 1933, o relato da experiência na Europa efetuado por um professor de Yale impulsionou centenas de vilas norte-americanas a criarem suas próprias moedas.
Compreende uma variedade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas autogestionárias, redes de cooperação, entre outras, que realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário.

Trata-se de uma forma de organização da produção, consumo e distribuição de riqueza centrada na valorização do ser humano e não do capital, caracterizada pela igualdade. 

Tudo leva a acreditar que a economia solidária permitirá, ao cabo de alguns anos, dar a muitos, que esperam em vão um novo emprego, a oportunidade de se reintegrar à produção por conta própria individual ou coletivamente...

Tudo leva a acreditar que a economia solidária permitirá, ao cabo de alguns anos, dar a muitos, que esperam em vão um novo emprego, a oportunidade de se reintegrar à produção por conta própria individual ou coletivamente...


Já de acordo com Mance, o conceito vai além e agrega ao conceito a noção não apenas de geração de postos de trabalho, mas sim uma colaboração solidária que visa a construção de sociedades pós-capitalistas em que se garanta o bem-viver de todas as pessoas:

"...ao considerarmos a colaboração solidária como um trabalho e consumo compartilhados cujo vínculo recíproco entre as pessoas advém, primeiramente, de um sentido moral de corresponsabilidade pelo bem-viver de todos e de cada um em particular, buscando ampliar-se o máximo possível o exercício concreto da liberdade pessoal e pública, introduzimos no cerne desta definição o exercício humano da liberdade...''

A economia popular solidária é "o conjunto de empreendimentos produtivos de iniciativa coletiva, com certo grau de democracia interna e que remuneram o trabalho de forma privilegiada em relação ao capital, seja no campo ou na cidade. 

As decisões mais importantes costumam ser tomadas em assembleias de sócios, em que vigora o princípio de que "cada cabeça é um voto" de igual peso, sem que importe a função ou posição administrativa desse sócio no empreendimento. 

Denominamos de empreendimentos solidários as diversas formas concretas de manifestação da Economia Solidária, que são de uma riqueza e diversidade consideráveis.

Denominamos de empreendimentos solidários as diversas formas concretas de manifestação da Economia Solidária, que são de uma riqueza e diversidade consideráveis.


Existem empreendimentos solidários produtivos nas áreas econômicas mais diversas: são associações ou cooperativas agropecuárias, agroindustriais, industriais, de transporte, de artesanato, de reciclagem de resíduos sólidos, de educação escolar, de hotelaria etc., além de ecovilas e outras iniciativas.

Exemplos de empreendimentos solidários de consumo são as cooperativas de consumo, habitacionais, de crédito e mútuas de seguros gerais, de seguro de saúde, clubes de troca etc.

O associativismo, na forma de sindicatos e associações de classe, associações culturais, cientificas, recreativas, convivenciais, surge em reação ao liberalismo ortodoxo, que suprimia as corporações.

Baseados em princípios como a entreajuda, a cooperação e a caridade, em detrimento do lucro privado, mobilizando e gerindo recursos monetários e não monetários (donativos e trabalho voluntário), constituíram-se formas de atividade econômica mais solidária, democrática e participativa.

A preocupação e o respeito pelas pessoas e pelo ambiente, colocando as pessoas acima do comerciante;

A criação de meios e oportunidades para os produtores melhorarem as suas condições de vida e de trabalho, incluindo o pagamento de um preço justo (um preço que cubra os custos de um rendimento aceitável, da protecção ambiental e da segurança económica);

Baseados em princípios como a entreajuda, a cooperação e a caridade, em detrimento do lucro privado, mobilizando e gerindo recursos monetários e não monetários (donativos e trabalho voluntário), constituíram-se formas de atividade econômica mais solidária, democrática e participativa.

O consumo sustentável baseia-se na ideia de que o planeta não pode suportar os velhos padrões utilizados nas últimas décadas para a extração, produção, comercialização e descarte de bens. 

Surge da reflexão de que o atual sistema tornou-se obsoleto e que a cultura do consumo precisa ser revisitada, de modo que a adoção de novas propostas e práticas tornou-se fundamental. 
Quem estimula o consumo sustentável é o consumidor consciente ou "verde".

Uma discussão sempre presente é se o consumidor tem a força para mudar o mercado, ao optar por empresas e produtos verdes e deixando de comprar produtos que não são amigáveis com o meio ambiente.
A maior barreira para exercer o consumo sustentável é o preço, já que esse tipo de produto é ainda mais caro, e mercados como o Brasil, não tem ainda o poder aquisitivo para fazer essa mudança total. 

Alugar no sentido da partilha e do aumento de vida dos produtos, o que atrasa ou diminui a necessidade de comprar produtos novos é uma tendência actual do mercado. 

Do ponto de vista ambiental, reduzem a procura de novos produtos e,naturalmente, a necessidade de os fabricar, diminuindo o consumo de recursos naturais e as emissões associadas.

Outros pontos a serem levados em conta para uma "compra verde" são: 

a postura da empresa em relação a temas ambientais, suas ações sustentáveis, seus processos de produção, compra de matéria prima, mão de obra estrangeira, como a empresa lida com o descarte de seus produtos, tudo deve ser pesquisado e levado em conta na hora de consumir algum produto. 

A hipótese de renda permanente (PIH) - (Permanent income hypotesis), é uma teoria econômica que tenta descrever como agentes disseminam o consumo ao longo de suas vidas.

A hipótese de renda permanente (PIH) - (Permanent income hypotesis), é uma teoria econômica que tenta descrever como agentes disseminam o consumo ao longo de suas vidas. 

Em sua forma mais simples, a hipótese afirma que as alterações no rendimento permanente (em vez de alterações temporárias de renda), são o que impulsionam as alterações nos padrões de consumo de um consumidor.

Isso teve um efeito profundo no estudo do comportamento do consumidor e fornece uma explicação para algumas das falhas das técnicas de gerenciamento de demanda keynesianas.

A Renda consiste de um componente permanente (previsto e planejado) e de um componente transitório (inesperado).

Em tais circunstâncias, para Friedman, existem apenas dois motivos para uma unidade consumidora gastar mais ou menos em consumo do que sua renda:

uma é suavizar seus gastos de consumo através de um período apropriado de empréstimo e empréstimo;
e o segundo é para obter ganhos de juros sobre depósitos se a taxa de juros relevante for positiva, ou para se beneficiar de empréstimos se a taxa de juros for negativa.

Ao mesmo tempo, qualquer proporção de renda que se dedica ao consumo em cada período, todas essas despesas de consumo são alocadas no decorrer de um processo de otimização - ou seja, unidades consumidoras tentam otimizar não apenas períodos, mas dentro de cada período.

Para rever o nível de gastos de consumo, não é suficiente perceber as mudanças na renda atual, uma vez que, se esta mudança pudesse ser prevista, esperar racionalmente que os agentes construíssem esse desenvolvimento em suas expectativas de antemão.

Compreender o efeito de uma compra, isto é, seus efeitos em todos os seres vivos desde o seu ponto de extração até seu eventual ponto de distribuição (ver intendência do produto), é do interesse do consumidor, não apenas o efeito culminante. (terminologia de Paul Hawken).

Compras individuais ou o critério para compras de uma instituição para qualquer tipo de consumo pode ser definido como uma combinação de padrões fixos, informações especificas de produtos e serviços, tornando fácil a cooperação entre compradores e vendedores para uma escolha ética.

Este ponto de vista sugere, entretanto, que para um sistema democrático ser justo, esta distribuição de votos deve ser igual para todos os pontos de vista, ou que um pequeno grupo com poucos votos seja irrelevante, querendo dizer nada ou não tenham influência.

A educação financeira tem, por propósito, auxiliar os consumidores na administração dos seus rendimentos, nas suas decisões de poupança e investimento, no seu consumo consciente e na prevenção de situações de fraude. 

As novas relações de troca, domínio e poder fundamentaram as bases econômico-sociais vigentes ainda nos dias de hoje.

A educação financeira surge como resposta para orientar a tomada de decisões, informando sobre os serviços financeiros ofertados, sobre necessidades e desejos de consumo, de necessidades de poupança, financiamento e juros, investimentos e rendimentos.

Alguns autores afirmam que, se a criança desenvolve os moldes comportamentais e cognitivos antes de e durante a escola elementar, a educação financeira deve ocorrer durante os primeiros estágios de desenvolvimento comportamental e cognitivo.

Para outros, a educação é a grande ferramenta para a redução de desigualdades sociais, evidenciando a importância da educação para o crescimento financeiro de uma pessoa, uma sociedade e um país.

Sustentabilidade é uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo.

Ultimamente, este conceito tornou-se um princípio segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.

Este novo princípio foi ampliado para a expressão "sustentabilidade no longo prazo", um "longo prazo" de termo indefinido.

A sustentabilidade também pode ser definida como a capacidade de o ser humano interagir com o mundo, preservando o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras.

Na maioria dos casos, forças e fraquezas são dois lados da mesma moeda. Uma força em uma situação é uma fraqueza em outra, mas frequentemente as pessoas não conseguem trocar as marchas. É uma coisa muito sutil falar sobre forças e fraquezas porque elas sempre são a mesma coisa.
Steve Jobs 

domingo, 23 de setembro de 2018

A primeira coisa que me disseram, sobre o marketing colaborativo.

A primeira coisa que me disseram, sobre o marketing colaborativo.

É que e uma comunidade colaborativa, mais importantes que todos os Processos humanos.

uma revolução colaborativa, que está mudando de forma estrutural, irreversível e inevitável.

A forma como as pessoas se relacionam, aprendem,produzem e consomem, uma revolução que eu tenho muita clareza do impacto positivo que ela pode gerar pra o mundo inteiro.

Tenho a sensação de que a maioria das pessoas ainda não se deu conta dela e tenho a convicção de que a gente pode não só acelerá-la no Brasil,mas a gente pode tornar, juntos,essa nova dinâmica o grande legado para o país em 2016.

Agora, o lindo disso é que essa consciência pós-crise veio acompanhada de uma evolução tecnológica,de um barateamento tecnológico, e da expansão da internet.

que permitiu que pessoas com valores, interesses e insatisfações em comum se unissem pra propor e adotar novas soluções.

Essa tela traz uma imagem da palestra do Mark Worden, num piquenique do ano passado, em que ele apresenta essa pesquisa que ele fez e que descobriu que 84% das pessoas no mundo estão em busca de um propósito, ativamente.

Mas um dos que mais me intriga é o CowdSource, uma comunidade de milhões de pessoas que cedem seus sofás, gratuitamente, pra viajantes que resolvem visitar suas cidades e que ficam em sofás de estranhos, de graça, quando visitam suas cidades.

E a verdade é que a taxa de sucesso e de satisfação desse site é de 99%, e 1% tem motivos banais, de atraso ou de desorganização. a competição pra cooperação.

como as plataformas de crowdfunding do Brasil fazem hoje, se unindo pra construir uma cultura.

a gente percebe que a gente está vivendo uma nova era, muito mais do que uma nova economia,uma era em que, pra alguém ganhar, ninguém precisa perder.

e em que tudo é possível quando existe interesse e esforço coletivos;uma era que vai muito além de um pensamento baseado na escassez dos recursos finitos.

E que entende e que belamente trabalha com os recursos abundantes, que não só não se esgotam, como se multiplicam com o uso: a criatividade, o conhecimento, a rede, as tecnologias.

Eu ia dizer que essa palestra é imperdível sobre "open world", do Don Tapscott, em que ele diz também que as novas instituições vão ser reformuladas, com base nos novos valores, não só por benfeitoria,mas porque as pessoas são inteligentes o suficiente pra saber que essa é a única forma de ser relevante no futuro.

eu acho que, se a melhor forma de prever o futuro é criar, eu acho que a gente tem que fazer juntos e eu acho que gente tem que fazer agora.

A vanguarda do consumo colaborativo.


uma missão extremamente importante para o consumo colaborativo.

porque eu vou falar representando quase uma minoria.

a primeira coisa de tudo que na pesquisa dentro da linha de antropologia do consumo e muita gente se engana

quando pensa que pessoas como a gente faz pesquisa para que as pessoas consumam mais.

é que as pessoas fiquem consumistas e muito interessante porque antropologia do consumo é
debruçando sobre os estudos de furto e fraude de energia elétrica pela chamada nova classe média.

comecei a ver que a mídia de uma forma geral retratava os fraudadores e os portadores sempre com a foto de uma favela do lado.

será que é assim será que de fato as pessoas fazem gato de energia porque


uma história de afeto é uma história de empatia e uma história de muita entrega.

então a solução pode estar aqui a favela na vanguarda do consumo colaborativo.

a primeira coisa de tudo o que apenas eu estava começando, e comecei a compartilhar de uma forma;todos os valores estão focados na individualidade é no consumo individual



choque cultural muito grande de repente eu estava no lugar que público e privado têm uma outra conotação
e como conviver com essas pessoas colaborativa.

O consumo colaborativo se organizam em núcleos em espécie dia redes sociais por vizinhança por afinidade por parentescos então quando você olha colaboração em si são várias ilhotas.

várias pequenas vizinhanças que se organizam e trocam entre si e se protegem de todas as dificuldades domundo

e por aí vai ser parte de uma rede social de assistência mútua é você ter um baús é como se fosse imagina um trapezista e você sabe que tem uma rede em baixo dos seus pés para te proteger na hora que você mais precisa.

só que pra isso compartilhar e colaborar faz parte de um estilo de vida e isso foi uma coisa que eu aprendi no consumo colaborativo

explicada apenas pela característica das suas mazelas daí suficiência da precariedade em se torna uma grande comunidade colaborativa.

é muito mais do que isso é inegável o problema todo é que a gente só sabe isso depois de observar bastante o cotidiano das Famílias.

cidade afastar a ideia de consumo colaborativo dentro dela que traduz confiança e oferece segurança a toda uma comunidade.

Enquanto dentro da rede chamado (ESTADO); eu tive que Pensar com uma outra dinâmica e uma outra esfera sócio cultural que a reciprocidade.

Enquanto dentro da rede chamado (ESTADO); eu tive que Pensar com uma outra dinâmica e uma outra esfera sócio cultural que a reciprocidade.

A esfera íntima no bastava simplesmente compartilhar e sim tomar uma atitude para escrever esse artigo.

eu tinha que compartilhar é tinha que ser alguém, ter uma ipostagem que fizesse sentido para nosso blog.

O coletivo sempre se sobrepõe a um indivíduo e aí eu acho que é uma coisa bem interessante da gente falar que é o seguinte hoje em dia tá muito modismo. 

é falar de colaboração compartilhamento vamos todos dividir.

eu acho que essas políticas  muito bem bem intencionados só que o valor não se impõe valor nasce com a brota com a gente aposta

se você experimentar em qualquer outro tipo de rede de troca e empresta uma espirito de boa vontade.

aí você vai tentar tratar com aquela pessoa com a qual você presto e para proxima fazer a troca, aí ele fala comigo funcionou colaboração


aí o que você faz outro faz igual intuito incentivar.

é uma espécie de regra social é uma regra tácita isso não é dito então essa liberdade para emprestar ou tomar algo de alguém

é algo que não é imposto é quase natural eu só não digo que é natural percebem que todos são assim então como trocamos empréstimos e doações com cuidado, colaborações se ocorrem dentro daquela rede de assistência mútua.

fora dela e leva tempo para você se aceito na rede de colaboração.

participar é criar um vínculo de confiança até voçê participar de vários eventos e criar uma historicidade da colaboração.

a nos conectar com os próximos a seus vizinhos não se falam mais as pessoas quase se esbarram e não se falam às vezes as pessoas têm até não tem nada contra as redes sociais mas às vezes nós temos mais intimidade.


virtual e o presencial ele está integrado então juntos já que eu já estava acostumado cotado na rede de colaboração.

uma forma muito interessante porque depois de os meus amigos queriam conhecer a barreira do ato de colaborar. 

Porque onde eu vou a barreira de colaboração ficar famosa.

eu percebi que ela estava dizendo para ser; incluindo e quando ato de coloborar me incluiu aquilo me impactou foi para no alto do meus pensamento.

Então a rede social de colaboração por exemplo ela prepara a festa da associação em grupo.

Então a gente de alguma maneira cada um contribuir com que sabia fazer estava lá tirando o maximo possivel.

E só entende a rede quando se faz parte dela você não tem consciência do que é uma rede até você ser cotado por uma.

É algo tão visceral é algo tão importante como se fosse um brilhante de jóia, que você está fazendo parte e essa rede de colaboração mútua.

É esse mesmo sentimento com famílias e parentes próximos ele se revela nas redes sociais de assistência mútua nas comunidades.

É como vou saber disso? ser da rede não é uma escolha ele é um valor e é pra sempre, eu posso dizer que é tão forte como uma relação consangüínea. 

O modo de viver dessa maneira ela está ligada à abundância coletiva eu sou feliz quando o outro está feliz a gente se reconhece.

A gente tenta tirar o peso de um deles de alguém que esteja passando por uma dificuldade financeira ou doméstica a gente aconselha se alguém morre todo mundo vai ajudar então é um é um jeito muito a acolhedor de viver.

A convivência na hora da sociabilidade, cada um contribui com aquilo que sabe.

O plano tem a ver com o número com quantidade com aquilo que é material.

Criando Comunidades Criativas e Colaborativas.


O trabalho não só criando futuros desejáveis mas  vendo como concretizá-los.

O trabalho é com economia criativa e colaborativa e aí o que eu observo. 

É que; é incrível porque pela primeira vez na história da humanidade a gente tem conhecimento a gente tem recursos. 

E a gente tem pessoas para fazer absolutamente tudo o que deseja.

Como nunca isso aconteceu na história tem tudo só não tem a escolha e a decisão e não tem escolha a decisão porque? 

hoje o que eu acho é que a gente não faz, porque a gente não acha que é possível, então não começa; então hoje o que eu pensei fazer, é contar pra vocês porque tem sido possível sim fazer tudo. 

Aquilo que a gente deseja porque/como é que a gente consegue isso a primeira coisa é mudar o olhar ou seja mudar a cultura. 

porque a nossa cultura ela ainda não consegue enxergar possibilidades a gente só consegue ver escassez.

A gente achava que o mundo é plano chegou na beirada caiu no mundo cheio de monstros, aí a gente mudou o olhar olho pra cima viu que não era o centro do mundo.

Então começou a navegar viu que o mundo era redondo e virou redondo pelo menos na geografia

só que em termos de cultura de conhecimento de políticas de economia, a gente continua perfeitamente num mundo plano.

porque num mundo plano porque tudo aquilo que a gente enxerga, não valoriza o que a gente usa como referência é só relativo ao mundo.

O plano tem a ver com o número com quantidade com aquilo que é material.

O que é tangível e material é escasso consome com o uso tem uma maçã, se em pedaços de terras e têm água consumiu, e acabou aí o que a gente faz a gente sai, desse óculos de escassez porque?

porque: inclusive essa idéia da escassez que acaba levando também para a ideia da competição ea gente transforma um óculos de escassez em óculos que a gente chama 2d porque 2d?

por que não olha só mais um mundo plano tangível eu olho mais uma dimensão que é a dimensão do intangível  que acontece no inter viveu intangível é incrível porque toda cultura.

O conhecimento criatividade assim como todas as relações vínculos e ações coletivas.

elas não se esgotam elas se multiplicam com o uso não consome multiplicam.

Enquanto aqui no terrível no mundo plano cresce de forma linear um real mas, o real uma massa mais uma maçã de um carrinho no inteligível

E vai exponencial  é incrível então o que eu preciso aprender é como é que o ganho essa exponencial idade.

Aí tá bom eu tenho agora duas coordenadas tangível e o intangível um escasso ou abundante quando as coordenadas e começa a fazer o que eu faço com uma bússola.

surgir conhecimento de todo tipo de experiência, de tudo aquilo que a criatividade produz essa é a minha dimensão cultural.

O que a gente chama de simbólico cultural com relativa à sociedade a dimensão social.

E tudo aquilo que promove a ação do coletivo onde é que a gente se junta?

Porque um ativo o outro cada um dos vetores que são os principais vetores de futuro agora tem uma característica.

Então primeiro todas as causas compartilhadas os grupos de pertencimento o time o partido o que for.

Às instituições a mídia tudo aquilo que faz com que a gente possa agir.

De forma coordenada e integrada muito bom, só revela uma riqueza imensa.

A economia é o conjunto de todos esses patrimônios os patrimônio simbólico, culturais os técnicos tecnológicos e naturais o sócio políticos e os financeiros.

É uma visão de riqueza muito mais ampla do que sua moeda.

A abundância tá no que é exponencial do que não cresce de forma linear mas no que cresce em progressão geométrica.

E é isso que está acontecendo a gente pensa que não tem tempo não tem mesmo, porque está tudo acontecendo numa velocidade exponencial.

Então graças às novas tecnologias à rede e ter todas as possibilidades, são completamente diferentes e qualquer pessoa que esteja pensando com óculos que não é nem 2d,e sim com óculos do mundo.

O plano vai se transforma em velocidade exponencial, observando o processo desde pequenos grupos criativos até muito grandes.

Como nacionais de desenvolvimento através de economia criativa eu comecei a observar que tinha uma espécie de padrão, em que tudo aquilo que dava certo e esse padrão parecia um pouco com os ciclos da natureza sabe ativa.

É sintetiza ou simplificar é juntar além de economista que se interessa em como fazer bem, e como óculos dada a abundância eu comecei a ver isso tudo, e comecei a perceber um padrão; esse padrão a gente chama de ciclo exponencial da abundância é um ciclo.

Porque um ativo o outro cada um dos vetores que são os principais vetores de futuro agora tem uma característica.

Um profissional pode ser um grupo, pode ser uma cidade pode ser uma empresa pode ser um país.

O que meu patrimônio intangível que eu tenho de cultura de conhecimento onde eu sou o único a onde está minha diversidade,esse é o meu maior tesouro. 

Este tesouro é a base da economia criativa que é uma economia que gera riqueza e qualidade de vida a partir desses ativos.

só que tudo isso aqui sempre existiu sempre teve linguagens artísticas conhecimento criatividade porque agora isto é a base do futuro da sociedade.

Na economia do futuro e da possibilidade real de sustentabilidade.

Aqui na dimensão ambiental a chave, tesouro seja visível acessível e tem um processo de pensão como uma mina de ouro de petróleo.

Há se não ela não tem valor se não está visível acessível e tem um processo.

As novas tecnologias de informação e comunicação fazem isso tornam visível e acessível esse tesouro.

Então chama-se ele mapeia e cria processos para que todo mundo que queira alugar uma casa um espaço para começa a trabalhar com marketing colaborativo.

Que vai se multiplicar exponencialmente ativados pelas novas tecnologias um mundo real infinitos e mundos virtuais.

você e eu, só a um caminho mas e através das redes, infinitos caminhos aí combinamos essas duas coisas deu o que chamam de processos colaborativos em rede.

Aí é incrível nisso não estamos no começo é pré história aqui dessa parte que é na dimensão social.

Então se a gente junta tempo conhecimento às novas tecnologias e a vontade de colaborar das pessoas.

Vamos olhar um exemplo clássico; onde marketing colaborativo não funcionar,impossível qualquer país ou empresa.

só que colabora como se a gente tá assim com a corda no pescoço ninguém tem tempo nem têm dinheiro ninguém tem recurso?

0 será mesmo primeiro porque colaborando é a única maneira que a gente tem de ganhar tempo recurso etc. 

E depois se a gente for ver sabe quanto tempo demorou a fazer o wikipedia cerca de 100 milhões de horas. 

No começo então quando a gente passa a ser nós tudo é possível, aí a gente olha e fala nossa vai ser incrível seremos felizes a gente tem infinito aqui exponencial.

O conhecimento infinito aqui exponencial, com novas tecnologias infinitas aqui e exponencial processo de colaboração.

Comunidade de Marketing colaborativo para sua filosofia de vida e Trabalho.

E tudo isso está rigorosamente invisível porque porque a nossa cultura é do mundo plano.

E então a questão toda é que pode permitir que isso aqui realmente cria um outro mundo é a gente mudar as nossas métricas e é isso que a gente temn feito a gente chama isso de matriz 4d. 

E mapear todos os recursos que a gente tem culturais ambientais sociais e financeiros. 

eu quero gerar mais conhecimento criatividade e valores humanos,eu quero gerar o melhor uso de todos os meus recursos tecnológicos gerais.

eu quero gerar mais ação conjunta, mais participação política e mais sensação de colaboração,e fazer  mais  pelo coletivo use Marketing Colaborativo em seu cotidiano.

Como é ter uma economia uma prosperidade 4d, circulando recursos de toda natureza.

O processo na prática chama criando, comunidades criativas e colaborativas .

É capaz de fazer com que a escassez se transforme em abundância é a criação de futuros desejáveis.

A começar um processo de colaboração a gente consegue, quando a gente tem causas, isso é o principal elemento ativador.

Aquilo que é justo eu celebro então outros e que permite a continuidade da colaboração é a celebração tem que ser bonito gostoso alegre divertido.

Nas comunidades criativas e colaborativas eu tenho então quer conhecer como comunicar,conectar,cuidar a colaborar,celebrar e acreditar circulação para dar certo.

Na história da humanidade desde o começo que a gente fez foi criar símbolos, conhecimento criatividade percepção e criar maneiras de conectar e circular,compartilhar a incluir essa percepção.

É agora penso o seguinte se a hipótese de que a terra é um ser vivo é fato.

O fluxos para que a gente possa agir então eu acho que nós somos o sistema nervoso dessa informação.

Com isso gente tem que conectar agora adianta o futuro possível porque as pessoas são incríveis.

Comunidade de Marketing colaborativo para sua filosofia de vida e Trabalho.

Na história da humanidade (e dos animais também) aqueles que aprenderam a colaborar e improvisar foram os que prevaleceram.
Charles Darwin 


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

A primeira característica da atitude filosófica é negativa, isto é, um dizer não ao senso comum, aos pré-conceitos, aos pré-juízos, aos fatos e às idéias da experiência cotidiana, ao que "todo mundo diz e pensa", ao estabelecido.

A primeira característica da atitude filosófica é negativa, isto é, um dizer não ao senso comum, aos pré-conceitos, aos pré-juízos, aos fatos e às idéias da experiência cotidiana, ao que "todo mundo diz e pensa", ao estabelecido.


A segunda característica da atitude filosófica é positiva, isto é, uma interrogação sobre o que são as coisas, as idéias, os fatos, as situações, os comportamentos, os valores, nós mesmos. 

É também uma interrogação sobre o porquê disso tudo e de nós, e uma interrogação sobre como tudo isso é assim e não de outra maneira. 

O que é? Por que é? Como é? Essas são as indagações fundamentais da atitude filosófica.


A face negativa e a face positiva da atitude filosófica constituem o que chamamos de atitude crítica e pensamento crítico.

A Filosofia começa dizendo não às crenças e aos preconceitos do senso comum e, portanto, começa dizendo que não sabemos o que imaginávamos saber; por isso, o patrono da Filosofia, o grego Sócrates, afirmava que a primeira e fundamental verdade filosófica é dizer:

"Sei que nada sei". Para o discípulo de Sócrates, o filósofo grego Platão, a Filosofia começa com a admiração; já o discípulo de Platão, o filósofo Aristóteles, acreditava que a Filosofia começa com o espanto.

Admiração e espanto significam: tomamos distância do nosso mundo costumeiro, através de nosso pensamento, olhando-o como se nunca o tivéssemos visto antes, como se não tivéssemos tido família, amigos, professores, livros e outros meios de comunicação que nos tivessem dito o que o mundo é; 

como se estivéssemos acabando de nascer para o mundo e para nós mesmos e precisássemos perguntar o que é, por que é e como é o mundo, e precisássemos perguntar também o que somos, por que somos e como somos.

A primeira característica da atitude filosófica é negativa, isto é, um dizer não aos “pré-conceitos”, aos “pré-juízos”, aos fatos e as idéias da experiência cotidiana, ao que “todo mundo diz e pensa”, ao estabelecido.

Atividade de examinar e avaliar detalhadamente uma idéia, um valor, um costume, um comportamento, uma obra artística ou cientifica. 

Em geral, julgamos que a palavra crítica significa “ser do contra”, dizer que tudo vai mal, que tudo está errado, que tudo é feio ou desagradável. 

Em geral, crítica é mau humor, coisa de gente chata ou pretensiosa que acha que sabe mais que os outros.

A atitude filosófica é uma atitude critica porque preenche esses três significados da noção de critica, a qual, como se observa, dizendo não as crenças e aos preconceitos do dia-a-dia para que possam ser avaliados racional e criticamente. 

Por isso começa dizendo que não sabemos o que imaginávamos saber ou, como dizia Sócrates, começamos a buscar o conhecimento quando somos capazes de dizer: “Só sei que nada sei”. 

No Mito da Caverna, criado por Platão, o primeiro liberto, aquele que decidiu sair da caverna e conhecer/enfrentar o mundo, utilizou-se de uma postura evidente: a atitude crítica. 


O que estamos a dizer é que essa atitude é característica humana, sendo necessário apenas ter vontade para isso. 

Em uma fórmula geral, podemos dizer que a atitude crítica, parte intrínseca do que chamamos de atitude filosófica, se distingue em dois movimentos: o negativo e o positivo. 

Muitas vezes a tomamos por uma resposta ruim ao que realizamos ou como tentativa de nos inferiorizar diante de um evento ou de outras pessoas. 

Krinein significa capacidade de separar para distinguir, capacidade de entender, estudar, examinar e ainda outros sentidos que nos servem construtivamente: capacidade de julgar, decidir, escolher, isso tudo sem pré-juízos, sem preconceitos. 

Esse movimento necessita uma avaliação interior que reconheça nossos preconceitos e pré-julgamentos dos eventos e pessoas que nos cercam. 

Normalmente retórico, isto é, com necessidade de ponderar sobre as perguntas que realizamos, o movimento positivo busca o desenvolvimento da eloquência sobre o cotidiano.

Ao parar diante de uma banca de jornal onde estão dispostas as notícias do dia, as revistas e até talões de jogos de azar, que tal realizar algumas questões como:

 “por que aquela notícia está disposta daquela forma?”, “a fim de que os jornais ou a banca de revista querem que eu a veja?” e ainda: “o que são os jornais?”, “como são os jornais?”, “por que estão aí?”, “o que é um jornal?”, “o que é o certo?”, “o que é o errado?”, “o que é verdade?”, “o que é mentira?”... 

No Mito da Caverna, criado por Platão, o primeiro liberto, aquele que decidiu sair da caverna e conhecer/enfrentar o mundo, utilizou-se de uma postura evidente: a atitude crítica.


A filosofia inicia sua existência dizendo 'não' às crenças e preconceitos que passaram a ser submetidos à avaliação crítico-racional, argumentando que aquilo que julgamos saber, na verdade, não o sabemos. 


Se admito que "só sei que nada sei", vou procurar saber, buscar, procurar, pesquisar e adquirir o saber. 

Todavia, se não admitir a própria ignorância nada saberá, pois não se pode encher um pote que já se encontra cheio, é necessário esvaziá-lo.
A Filosofia se interessa por aquele instante em que a realidade natural (o mundo das coisas) e a realidade histórico-social (o mundo dos homens) tornaram-se estranhas, espantosas, incompreensíveis e enigmáticas, quando as opiniões estabelecidas disponíveis já nãos nos pode satisfazer. 

atitude moderna torna-se um pouco mais evidente: sua definição de pintor moderno como aquele que transfigura o mundo ao exercer sua liberdade de imaginação (FOUCAULT). 

Envolve tanto uma relação do sujeito com a sua atualidade a partir de uma escolha de atribuição de valores ao mundo quanto uma relação do sujeito consigo mesmo que irá incorporá-los, no caso de Baudelaire, como um dândi que se toma como objeto, e, em um só gesto, distancia-se de si e aplica sobre si suas experiências, compondo,assim, a unidade de um estilo. 

Para afastarmos a ingenuidade dessa hipótese, basta tomarmos o modo como Foucault se utiliza do texto de Kant para refletir sobre sua própria prática filosófica:

como buscamos destacar, para Foucault a saída da menoridade kantiana relaciona-se principalmente a um pensamento crítico que interpreta a filosofia como forma desmontagem das técnicas de poder que imobilizam o sujeito e seu pensamento. 

A filosofia inicia sua existência dizendo 'não' às crenças e preconceitos que passaram a ser submetidos à avaliação crítico-racional, argumentando que aquilo que julgamos saber, na verdade, não o sabemos.

Em vez de “que horas são?” ou “que dia é hoje?”

perguntasse: O que é o tempo? Em vez de dizer “está sonhando” ou “ficou maluca”, quisesse saber: O que é o sonho? “Esta casa é mais bonita do que a outra”, por: 

O que é “mais”? O que é o belo? O que é o falso? O que é o erro? Se, em vez de falar na subjetividade dos namorados, inquirisse: 

O que é o amor? O que é o desejo? Se, em lugar de discorrer tranqüilamente sobre “maior” e “menor” ou “claro” e “escuro”, resolvesse investigar: O que é a quantidade?

E se, em vez de afirmar que gosta de alguém porque possui as mesmas idéias, os mesmos gostos, as mesmas preferências e os mesmos valores, preferisse analisar: O que é um valor?

Ao tomar essa distância, estaria interrogando a si mesmo, desejando conhecer por que cremos no que cremos, por que sentimos o que sentimos e o que são nossas crenças e nossos sentimentos. 

É também uma interrogação sobre o porquê disso tudo e de nós, e uma interrogação sobre como tudo isso é assim e não de outra maneira. 

por isso, o patrono da Filosofia, o grego Sócrates, afirmava que a primeira e fundamental verdade filosófica é dizer: “Sei que nada sei”. já o discípulo de Platão, o filósofo Aristóteles, acreditava que a Filosofia começa com o espanto.

Admiração e espanto significam: tomamos distância do nosso mundo costumeiro, através de nosso pensamento, olhando-o como se nunca o tivéssemos visto antes, como se não tivéssemos tido família, amigos, professores, livros e outros meios de comunicação que nos tivessem dito o que o mundo é; 

como se estivéssemos acabando de nascer para o mundo e para nós mesmos e precisássemos perguntar o que é, por que é e como é o mundo, e precisássemos perguntar também o que somos, por que somos e como somos. 

Se pensarmos nas formas que o pensamento e ações humanas podem se relacionar com o conhecimento e o mundo a nossa volta.

Se pensarmos nas formas que o pensamento e ações humanas podem se relacionar com o conhecimento e o mundo a nossa volta.

No entanto o significado original da palavra se relaciona com a capacidade de julgar, avalia, e examinar racionalmente e detalhadamente uma idéia (ou um valor, um comportamento, uma obra e etc.).

Quando falamos do significado da palavra crítica, podemos ter em mente o trabalho do crítico de música ou de arte que em tese, é o profissional que através de um estudo racional julga e avalia as obras artísticas (uma música, um álbum musical, um quadro e etc.). 

Por um lado ela nega os saberes estabelecidos, os pré-conceitos e os pré-juízos.

O que impele o homem a Atitude Crítica é o desejo de saber que nasce da percepção das contradições, incoerências e inconsistências das crenças cotidianas.

Os momentos de crise (momentos que as explicações estabelecidas não dão conta de resolver e pensar os problemas e realidade discutida) são momentos especialmente férteis para o exercício da crítica (e assim sendo também da filosofia). 


Atitude é uma pequena coisa que faz uma grande diferença.
Clarice Lispector 

segunda-feira, 23 de julho de 2018


Para Aristóteles, o mais proeminente dos filósofos metafísicos, a felicidade é o maior desejo dos seres humanos. Do seu ponto de vista, a melhor forma de conseguir ser feliz é através das virtudes.

Para Aristóteles, o mais proeminente dos filósofos metafísicos, a felicidade é o maior desejo dos seres humanos. Do seu ponto de vista, a melhor forma de conseguir ser feliz é através das virtudes.


Segundo Aristóteles, a felicidade é um estilo de vida: o ser humano precisa exercitar constantemente o melhor que tem dentro dele. Por isso, existe uma grande semelhança entre o que este pensador propôs e os princípios das religiões judaico-cristãs.

A diferença entre eles é que ele não acreditava que a felicidade provinha somente do mundo espiritual, mas também tinha muito a ver com as dimensões terrenas. Insistia na ideia de que não devemos trabalhar para adquirir bens materiais, mas por amor pelo que fazemos.

Nietzsche e a crítica da felicidade;
Nietzsche acreditava que viver pacificamente e sem qualquer preocupação era um desejo das pessoas medíocres e que não valorizam a vida.

Em vez disso, a felicidade é força vital, espírito de luta contra todos os obstáculos que restrinjam a liberdade e a autoafirmação. Ou seja, quando a vida que desejamos coincide com o que realmente somos.

Este filósofo observou que se nos perguntarmos o que é felicidade, encontraremos facilmente uma primeira resposta: a felicidade consiste em encontrar algo que nos satisfaça plenamente.

O que é esse estado subjetivo de satisfação plena? Isto quer dizer que cada um define o que irá fazê-lo feliz;

Slavoj Zizek e a felicidade como paradoxo.

Este filósofo acredita que a felicidade é uma questão de opinião, e não de verdade;

A felicidade é particular para cada ser humano, é uma questão muito individual. Para Tales, ser feliz é ter corpo forte e são, boa sorte e alma formada.

Para Sócrates essa idéia teve rumo novo, ele postulou que não havia relação da felicidade com somente satisfação dos desejos e necessidades do corpo, mas que o homem não é apenas corpo, e sim em principal, alma.

E já para Kant, a felicidade está no âmbito do prazer e desejo, e não há relação com Ética, logo não seria tema para investigar de maneira filosófica.

Mas ao que cerca a língua inglesa, na época de Kant, a felicidade teve destaque no pensamento político e a busca pela mesma passou a ser “direito do homem”, e isso é consignado na Constituição dos Estados Unidos da América, de 1787, redigida de acordo com o Iluminismo.

A questão de discutir a felicidade através da filosofia e reflexão é importante para que seja mais claro o caminho de encontro com a mesma, buscada por todos, e independente da época e sociedade em que se vive.

Felicidade é um conceito de difícil definição por ser muito subjetivo, mas foi importante para o surgimento da Psicologia Positiva e, por conseguinte, também se tornou importante para o Coaching.

Felicidade é um conceito de difícil definição por ser muito subjetivo, mas foi importante para o surgimento da Psicologia Positiva e, por conseguinte, também se tornou importante para o Coaching.

A felicidade é constituída por várias emoções e sentimentos que podem ser motivados por alguma coisa em específico, como um sonho que se realizou, um desejo atendido, ou até mesmo aquelas pessoas que são famosas por sempre estarem felizes e bem humoradas, não sendo necessário nenhum motivo específico para que elas estejam em um estado elevado de felicidade.

Os filósofos faziam associação da felicidade com o prazer, uma vez que não é fácil fazer a definição de felicidade como um todo, qual é a sua origem, as emoções e os sentimentos que a envolvem.

Esses filósofos voltaram seus estudos para o comportamento e estilo de vida que, teoricamente, levariam as pessoas ao estado de felicidade plena.

A Felicidade das pessoas. Afinal, felicidade nunca é a mesma coisa para todo mundo, e o padrão de felicidade está evidentemente vinculado a fatores externos, como nosso imaginário, criado pelos filmes e estórias infantis, ou não, pelo dinheiro e pelo estatuto da mídia.

Para Aristóteles, filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande, a felicidade é equilíbrio e harmonia, conquistados com a prática do bem.

Pirro de Élis, filósofo grego, nascido na cidade de Élis, considerado o primeiro filósofo cético e fundador da escola que foi chamada de pirronismo, acreditava que a felicidade se dava através da tranquilidade.


Zoroastro, profeta iraniano que teria nascido entre os séculos 17 e 14 a.C., criou uma doutrina religiosa, o zoroastrismo, que se baseava numa luta permanente entre o bem e o mal. e rebanhos de gado".

Por volta do século 6 a.C., na China, dois filósofos apontaram dois caminhos para se atingir a felicidade: Lao Tsé defendeu que a harmonia na vida podia ser alcançada através da união com o tao, ou seja, com as forças da natureza.

Já Confúcio enfatizou o dever, a cortesia, a sabedoria e a generosidade como elementos que permitiriam uma existência feliz.


O dalai lama Tenzin Gyatso defende a autorreflexão e a serenidade como caminhos para se atingir a felicidade.

A felicidade é um tema central do budismo, doutrina religiosa criada na Índia por Sidarta Gautama por volta do século VI a.C.

Um dos grandes mestres contemporâneos do budismo, o dalai lama Tenzin Gyatso, diz que a felicidade é uma questão primordialmente mental, no sentido de ser necessário, primeiramente, se identificar os fatores que causam a nossa infelicidade e os fatores que causam a nossa felicidade.

O dalai lama ainda enfatiza a importância da disposição mental para se atingir a felicidade: sem uma disposição mental adequada, de nada adianta a posse de fatores externos, como riqueza, amigos etc.

E a disposição mental adequada para a felicidade baseia-se sobretudo na serenidade.

Mahavira, um filósofo indiano contemporâneo de Sidarta Gautama, enfatizou a importância da não violência como meio de se atingir a felicidade plena. Sua doutrina perdurou sob o nome de jainismo.

Para o filósofo grego Aristóteles, que viveu no século IV a.C., a felicidade é uma atividade de acordo com o que há de melhor no homem.

O homem, diferente de todos os outros seres vivos, é dotado de linguagem (logos), e a atividade que há de melhor no homem deve ser realizada de acordo com a virtude, então, aquele que organizar os seus desejos de acordo com um princípio racional terá uma ação virtuosa e a vida de acordo com a virtude será considerada uma vida feliz.

Assim, a felicidade, para o filósofo grego, é uma atividade da alma de acordo com um princípio racional, isto é, uma atividade de acordo com a virtude.

Com isso, vemos que a concepção aristotélica de felicidade diverge em muito da concepção contemporânea, por exemplo, que considera a felicidade como a paz de espírito ou um estado durável de emoções positivas.

Trata-se de um dos conceitos centrais na ética e na filosofia política de Aristóteles.

Epicuro, filósofo grego que viveu nos séculos IV e III a.C., defendia que a melhor maneira de alcançar a felicidade é através da satisfação dos desejos de uma forma equilibrada, que não perturbe a tranquilidade do indivíduo.

Um deles, o catolicismo, produziu muitos filósofos famosos, como Tomás de Aquino, que, no século XIII, descreveu a felicidade como sendo a visão beatífica, a visão da essência de Deus.

felicidade e satisfação da filosofia

Ao enfrentar um filósofo antigo e obter sucesso na compreensão de sua filosofia, não compreenderemos, necessária e automaticamente, o pensamento filosófico de um filósofo moderno. De fato, estaremos mais preparados no que diz respeito a saber como lidar com o estilo de escrita árido, característico da filosofia em geral, e a refazer o processo formal necessário para compreender-se um filósofo. 


Entretanto, teremos que novamente iniciar o mesmo trajeto, o mesmo movimento de desvendar os segredos por detrás do pensamento de um filósofo, a aventura da filosofia, exatamente como já fizemos uma vez e como inevitavelmente teremos que fazer ao ler cada novo filósofo.


Isso pode causar uma grande confusão, haja vista que quando Platão falar de “forma”, estará falando de algo completamente diferente de Aristóteles quando ele também estiver falando de “forma”.


Relataremos os elementos necessários a compreensão de uma partida de futebol entre Real Madrid e Barcelona ao explicar a formação das equipes, o campeonato disputado, a posição de cada time, o número de pontos, a história desse confronto, e assim por diante.

Relataremos o que vimos, talvez o que descobrimos posteriormente por meio de outra pessoa, e toda e qualquer informação que possa auxiliar no esclarecimento do fato explicado. Cada pessoa é um ponto de vista distinto, com intenções diferentes e finalidades múltiplas na explicação que dão de um acontecimento. Assim como pessoas diferentes explicam de modo diferente o mesmo acontecimento, dependendo de sua intenção, de sua finalidade, de seus interesses e etc., cada filósofo também explicará o homem e o mundo de um modo diferente: aqueles alinhados ao que chamamos de “essencialismo” terão um modelo explicativo;

Todavia, diferente da explicação comum que daríamos para um acontecimento, a explicação filosófica é uma explicação rigorosa que busca apresentar as razões e as causas daquilo que busca explicar, por meio da aplicação de argumentos precisos e através de nomes gerais, desenvolvidos para tornar o discurso sintético e de modo que este atenda às exigências metodológicas da filosofia.

Essa abstração de um nome que carrega o significado de um conceito geral, que caracteriza vários particulares, é desenvolvida do mesmo modo que na filosofia.

Os magos dos outros universos fantásticos podem até serem, em alguns aspectos, similares aos de Harry Potter, porém não necessariamente foram para uma escola de magia e bruxaria, não receberam cartas de admissão aos 11 anos e nem foram selecionados para casas mágicas. Por isso, é necessário compreender o sentido de mago em cada fantasia que lermos, para entender o sentido de cada história. É necessário compreender o vocabulário filosófico tanto de Abelardo quanto de Hegel, para que seja possível compreender a filosofia tanto de um quanto de outro. É das razões apresentadas e esclarecidas na Fundamentação da Metafísica dos Costumes de Immanuel Kant que compreenderemos o significado dos conceitos de “Dever”, “Boa Vontade”, “Imperativo Hipotético”, “Imperativo Categórico”.

Caso alguém tente ler a Fundamentação da Metafísica dos Costumes de Kant e entender o conceito de “Vontade” através do sentido atribuído por Schopenhauer em O Mundo como Vontade e Representação, a leitura será comprometida e o texto de Kant não será compreendido de acordo com a intenção deste filósofo, assim como ler O Senhor dos Aneis e entender “mago” através do sentido desenvolvido em Harry Potter comprometerá a compreensão da história da Terra Média.

Há alguns conceitos que são paradigmáticos e pertencentes à tradição ocidental, que são retomados e retrabalhados ao longo da história da filosofia, cujo sentido é dado de modo implícito no desenvolvimento da argumentação dos filósofos.

Por isso, além de atentar aos textos em questão para desvendar o vocabulário filosófico de um filósofo, é necessário conhecer toda a história da filosofia, ao menos em suas linhas mais gerais e fundamentais.

Com efeito, ler filosofia é buscar compreender o pensamento de um filósofo, possível por meio de conceitos articulados com as diferentes teses — que constituem seu vocabulário filosófico —, desenvolvidos e encadeados por meio de uma ordem de razões, explicitados na estrutura dos distintos textos e sistemas.


A profundidade filosófica e a sutileza da escrita pela qual as reflexões presentes no enredo de O Pequeno Príncipe são desenvolvidas conseguem proporcionar, por um lado, uma obra genuinamente infantil, com o desenvolvimento de temáticas agradáveis a qualquer tipo de público, desde as crianças até as “pessoas grandes”, e, por outro, problemas filosóficos subjacentes ao enredo que são capazes de suscitar discussões acadêmicas do mais alto nível.


A profundidade filosófica e a sutileza da escrita pela qual as reflexões presentes no enredo de O Pequeno Príncipe são desenvolvidas conseguem proporcionar, por um lado, uma obra genuinamente infantil, com o desenvolvimento de temáticas agradáveis a qualquer tipo de público, desde as crianças até as “pessoas grandes”, e, por outro, problemas filosóficos subjacentes ao enredo que são capazes de suscitar discussões acadêmicas do mais alto nível.


Na medida em que muitos dos problemas levantados — como, por exemplo, os problemas essência e aparência e verdade e falsidade — estão sendo discutidos na história da filosofia desde Parmênides e Platão, a pretensão de uma análise total parece não conseguir abarcar o todo das possibilidades de leitura filosófica desta obra.

Neste lugar, demasiadamente pequeno, coexistiam com esta figura ilustre somente alguns pequenos vulcões, não maiores do que a altura de seus joelhos, pequenos brotos de baobás — estes mais preocupantes, cujo crescimento deveria ser impedido para não pôr em risco seu próprio planeta — e uma rosa. um acendedor de lampiões, que vivia tão somente acendendo e apagando um lampião, dado que, de um lado, ele era um indivíduo que, acima de tudo, seguia as leis e, de outro, o planeta era pequeno demais, com seu ciclo diário de apenas um minuto; e por fim um geógrafo, que não conhecia seu próprio mundo, dado que ele somente catalogava o que os exploradores lhe apresentavam. ela respondeu-lhe que havia seis ou sete homens, já que os vira há muito tempo em uma caravana, mas que eles não tinham raízes, então o vento os levava.

Depois ele decidiu subir uma montanha e cumprimentar os céus, mas os achou muito chatos, já que o eco lhe respondia a repetição do que ele falava; Não seria em vão, ensinara-lhe a raposa, se ele tivesse que partir e eles jamais se vissem novamente, na medida em que ela se lembraria dele nos campos de trigo, pensando em seus cabelos amarelos, e ficaria feliz. Depois de muito procurar, encontram um poço e, mais uma vez, o principezinho explicita a seu amigo piloto o significado de suas descobertas, a saber, o essencial não é o aparente, na medida em que, assim como o poço que estava escondido no deserto e as estrelas que também escondiam sua rosa no céu, as coisas belas que realmente importavam não podiam ser vistas com os olhos, mas sentidas com o coração.

Nessa jornada, o piloto descobre que encontrara o principezinho no meio do deserto porque ele estivera fazendo sua jornada de volta para o local de onde viera.

Ele percebe que, assim como a raposa e a rosa, ele fora cativado pelo principezinho e desesperou na iminência de perdê-lo.

Ao questioná-lo, ele descobre que a cobra seria responsável por, de certo modo, enviá-lo de volta a seu planeta, já que seu corpo seria pesado demais para acompanhá-lo na jornada de volta.

se de um lado a raposa lembraria de seus cabelos loiros no trigo dos campos, ele, de outro, lembraria da risada do principezinho ao olhar para as estrelas todas as noites.

Apesar de recuperado anos após os acontecimentos, o piloto revela que havia um fato que fazia toda a diferença: ele esquecera de juntar a correia de couro à focinheira que desenhou para o carneiro do pequeno príncipe.

E, do mesmo modo, também ganhamos um presente: todas as vezes que nós, os leitores, olharmos para as estrelas, poderemos nos perguntar sobre a rosa, o carneiro e o principezinho.

A começar pelo fato de ser platônica da primeira à última página, por colocar em questão a nossa maneira de pensar que foi sedimentada pelos gregos e continua a provocar reflexões até os dias de hoje, assim como os nossos valores, poderíamos levar a efeito muitas e muitas discussões tão caras a todos nós.


Este ocupava todo o espaço do planeta, assim como, de maneira análoga, os governos absolutistas buscaram realizar-se ao longo da história, sobretudo no Estado Nacional Francês no surgimento da modernidade, ocupando todo o território nacional, através de um monopólio das terras, das armas e da economia, como defende Norbert Elias.

Apesar disso, pela personalidade peculiar do monarca, sua reflexão demonstra uma contradição na estrutura de um governo absolutista, ao apontar o problema que um governo totalitário pode trazer a si mesmo, caso não se fundamente na razão. Será que é possível a autoridade absolutista, ou no caso de qualquer outra autoridade totalitarista centralizadora de poder, ser sustentada pelo exercício da razão nas relações interpessoais, isto é, pela persuasão através do discurso como efetivação do poder? 


O poder da decisão das questões de interesse geral passa das mãos do soberano para a discussão e argumentação por meio de debates; a retórica e a sofística sistematizam os discursos, definindo regras de demonstração da verdade e desenvolvendo técnicas de persuasão. A nova lógica comunitária transformará a forma na qual o universo espiritual e as magistraturas se dão na polis, até mesmo exigindo uma prestação de contas dessa magistratura por meio do logos, já que ela não se estabelece mais pela força e sim pela persuasão.

A escrita, por meio desse movimento de publicidade e democratização, torna-se um bem comum de todos os cidadãos e um instrumento de divulgação de conhecimentos, assim como uma das bases da paideia, a formação do homem grego.

Ela transforma as leis em um bem comum, regra geral, passível de ser aplicada a todos, e não mais dependentes de uma autoridade privada.

Os pilares de um governo no qual há uma centralização total do poder na figura de um único indivíduo são o monopólio da violência, da economia e das terras.

Isso significa que, diferentemente do período anterior ao seu surgimento, o período medieval, em que as terras estavam divididas entre a nobreza, assim como as armas na possa desses senhores, e a figura da Igreja possibilitando o poder meramente formal das dinastias francesas, o início da modernidade com o surgimento do Estado Nacional Francês necessitou convergir, para a mão de um único governante, todos esses monopólios.

Parece que essa contradição inviabiliza a coexistência da fundamentação de um governo na razão e a centralização absoluta do poder na figura de um único indivíduo, na medida em que o exercício da razão confere poder à persuasão através do discurso, e não à autoridade centralizadora de um monarca.

Não é o discurso, mas é o medo, a fome e a insegurança que decorrem da efetivação dos monopólios da violência, da economia e das terras, sustentando, por conseguinte, a autoridade centralizadora e totalitarista.

Nessa passagem, esses dois personagens, no caso o monarca e o pequeno príncipe, discutem, de modo implícito, os fundamentos que possibilitam a reflexão acerca das relações políticas entre os indivíduos a partir desses dois fundamentos antagônicos que sustentam essas duas estruturas organizacionais da sociedade: de um lado, a racionalidade e a liberdade, que possibilitam o agir moral, a política e a cidadania, e, de outro, o autoritarismo e a total submissão, que removem a cidadania — dado que não há cidadãos, mas súditos — e inviabilizam qualquer possibilidade de prática política e de deliberação moral para uma vida melhor, o tão buscado “bem viver”.

Por outro lado, a coexistência entre um totalitarismo absoluto e uma fundamentação racional da vida prática parece, de longe, não fazer parte de uma estrutura viável e realizável de política — não seria antipolítica?


"Quando a tristeza bater na sua porta, abra um belo sorriso e diga: Desculpa, mas hoje a felicidade chegou primeiro! Jamais deixe que sua felicidade dependa dos outros. Ninguém deixaria de ser feliz por você."
                                                                          autor desconhecido

"Não há satisfação maior do que aquela que sentimos quando proporcionamos alegria aos outros."
                                                                          Masaharu Taniguchi


sábado, 23 de junho de 2018

Sustentabilidade é uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo.


Sustentabilidade é uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo.

Ultimamente, este conceito tornou-se um princípio segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.

Questão social: é preciso respeitar o ser humano, para que este possa respeitar a natureza. E do ponto de vista humano, ele próprio é a parte mais importante do meio ambiente.

Questão energética: sem energia a economia não se desenvolve. E se a economia não se desenvolve, as condições de vida das populações se deterioram.

Questão ambiental: com o meio ambiente degradado, o ser humano abrevia o seu tempo de vida; a economia não se desenvolve; o futuro fica insustentável.

O princípio da sustentabilidade aplica-se a desde um único empreendimento, passando por uma pequena comunidade (a exemplo das ecovilas), até o planeta inteiro. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

1-Ecologicamente correto

2-Economicamente viável

3-Socialmente justo

4-Culturalmente diverso

A filosofia de vida irá mudar com á chegada da Automação e Sustentabilidade na Sociedade.

A Pegada Ecológica é a única métrica que mede a quantidade de natureza que temos e a quantidade de natureza que usamos. A pegada ajuda: 

A Pegada Ecológica acompanha o uso de seis categorias de áreas de superfície produtivas: terra de cultivo, pastagens, áreas de pesca, área construída, área florestal e demanda de carbono na terra.

Do lado da demanda, a Pegada Ecológica mede os ativos ecológicos que uma determinada população necessita para produzir os recursos naturais que consome (incluindo alimentos vegetais e produtos de fibras, gado e produtos pesqueiros, madeira e outros produtos florestais, espaço para infra-estrutura urbana) e absorver seus resíduos, especialmente as emissões de carbono.

Do lado da oferta, a biocapacidade de uma cidade, estado ou nação representa a produtividade de seus ativos ecológicos (incluindo terras agrícolas, pastagens, terras florestais, áreas de pesca e terras construídas).

Sua demanda pelos bens e serviços que suas terras e mares podem fornecer - frutas e legumes, carne, peixe, madeira, algodão para vestuário e absorção de dióxido de carbono - excede o que os ecossistemas da região podem renovar.

Usamos mais recursos e serviços ecológicos do que a natureza pode regenerar através da sobrepesca, da exploração excessiva de florestas e da emissão de mais dióxido de carbono na atmosfera do que as florestas podem sequestrar.

Todos os anos, a Global Footprint Network aumenta a conscientização sobre a superação ecológica global com a campanha Earth Overshoot Day, que atrai a atenção da mídia em todo o mundo. O Earth Overshoot Day foi transferido do final de setembro de 2000 para o dia 2 de agosto de 2017.

Cada país tem seu próprio perfil de risco ecológico: a maioria dos países está executando déficits ecológicos, exigindo mais da natureza do que seus ecossistemas podem se regenerar.

As comunidades e os planejadores urbanos de todo o mundo usam nossas ferramentas para orientar o uso da terra e as decisões orçamentárias, acompanhar o progresso da sustentabilidade e apoiar melhores políticas e ações de sustentabilidade. 

À medida que as populações humanas e o consumo aumentam, colocamos maiores exigências nos ecossistemas que são essenciais para a sobrevivência não apenas da humanidade, mas também das espécies selvagens.

Problemas como a mudança climática, a escassez de água, o excesso de colheita e a destruição de habitats - sintomas da pressão humana sobre os recursos finitos do planeta - estão derrubando populações de vida selvagem em todo o mundo.

Embora não seja uma medida direta das populações de espécies, a Pegada Ecológica fornece um indicador da pressão sobre os ecossistemas e a biodiversidade, medindo o nível competitivo de demanda ecológica que os humanos colocam sobre a biosfera.

Também resulta no acúmulo de dióxido de carbono que leva à mudança climática, com profundas implicações para os ecossistemas e as espécies que eles sustentam, bem como para o bem-estar de nossas sociedades e a estabilidade econômica.

Um relatório de 2010 da revista Science, ao qual a Global Footprint Network foi contribuinte, forneceu uma avaliação gritante de que os governos do mundo não cumpriram a meta estabelecida pela Convenção sobre Diversidade Biológica e, em vez disso, presidiram a enormes quedas.


“ Desenvolvimento ” é uma abreviação para se comprometer com o bem-estar de todos.

A medição dessas duas variáveis ​​revela que pouquíssimos países chegam perto de alcançar o desenvolvimento sustentável, apesar da crescente adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e outras políticas que buscam aumentar o bem-estar sem sacrificar o meio ambiente. 

No entanto, para alcançar o desenvolvimento sustentável global, a demanda da humanidade, nos níveis atuais da população, tem que cair abaixo de uma média de 1,7 gha por pessoa. 

No nível local, a Global Footprint Network testou uma ferramenta para ajudar organizações internacionais de desenvolvimento e empreendedores sociais a avaliar se seus projetos estão melhorando o bem-estar humano de maneira ambientalmente sustentável. 

Hoje, o termo “pegada de carbono” é frequentemente usado como abreviação para a quantidade de carbono (normalmente em toneladas) emitida por uma atividade ou organização. 

Nossa medição da Pegada de Carbono traduz a quantidade de emissões de dióxido de carbono na quantidade de terra produtiva e área marítima necessária para sequestrar essas emissões de dióxido de carbono. 

O pacto climático aprovado em Paris em dezembro de 2015 representou um enorme passo histórico na recriação de um futuro livre de fósseis para o nosso planeta. 

Não é nada surpreendente que quase 200 países em todo o mundo - incluindo nações exportadoras de petróleo - concordaram em manter a elevação da temperatura global bem abaixo de 2 graus Celsius e , para surpresa de muitos, foram ainda mais longe ao concordar em buscar esforços para limitar a aumentar para 1,5 graus acima dos níveis pré-industriais. 

A Automação, no período entre 2015 e 2020, o Fórum Econômico Mundial prevê a perda de 7,1 milhões de empregos, principalmente aqueles relacionados a funções administrativas e industriais.

A Automação, no período entre 2015 e 2020, o Fórum Econômico Mundial prevê a perda de 7,1 milhões de empregos, principalmente aqueles relacionados a funções administrativas e industriais. 

Com Automação, as empresas perceberam que se não aderissem a essa tecnologia, elas não seriam mais competitivas", afirma.

Isso não significa que todos perderão o emprego, mas que serão impactados em algum grau, que vai de desemprego a ter um "cobot" (colega de trabalho robô com quem divide as funções). 

A mudança é positiva na medida em que libera profissionais de tarefas monótonas, que por sua vez podem ser feitas com maior rapidez e eficiência quando automatizadas. 

Nesse cenário de extinção grande de trabalhos que exigem pouca qualificação e criação de um número menor que exige muita, a tendência é de aumento da desigualdade.

O fim de funções hoje exercidas pela população de baixa e média renda vai gerar desemprego e pressionar para baixo o salário das que restarem, diante da massa de pessoas buscando trabalho. 

Um novo grupo de pessoas cresce à margem dos direitos trabalhistas, classificados ora como "trabalhadoresindependentes", ora como "invisíveis" ou simplesmente "informais".

Segundo pesquisa feita pelo Fórum Econômico Mundial com diretores das áreas de recursos humanos em empresas de 15 países, 44% deles acreditam que o maior impacto no mercado hoje vem das mudanças no ambiente de trabalho, como home office, e nos arranjos flexíveis, como contratação de pessoas físicas para trabalhar por projeto (a chamada "pejotização).

Um desafio extra para o Brasil é que ele precisa começar a lidar com essas questões novas ao mesmo tempo em que ainda não resolveu problemas antigos, como o alto índice de informalidade, que voltou a subir durante a crise e atinge 44,6% dos trabalhadores, segundo o IBGE. 

Para o sociólogo Ruy Braga, professor da USP e autor dos livros "A Rebeldia do Precariado" (2017) e "A Política do Precariado" (2012), as novas formas de trabalho que surgem mascaram o avanço do velho subemprego.

O que você ouviu é verdade: os robôs estão vindo para pegar nosso trabalho.

O que você ouviu é verdade: os robôs estão vindo para pegar nosso trabalho.


O que estamos vendo, e o que continuaremos a ver, é que, se uma tarefa requerer apenas a lógica para ser compreendida e concluída, uma máquina logo será capaz de realizá-la. 

É também empolgante: precisamos abraçar nossa criatividade, que, por enquanto, é a única coisa que nos diferencia das máquinas. 


Para terem sucesso nisso, os líderes e seus familiares precisarão possuir características específicas que os guiarão nesse imenso mar de mudanças e os ajudarão a chegar à outra margem, prontos para entrar em um admirável mundo novo.

Você precisa das seguintes características para abraçar completamente a tecnologia de automação:

1. Não deveria ser nenhuma surpresa que a primeira característica de que você precisará na economia criativa é inteligência criativa, mas vale reiterá-la, pois frequentemente ela é subestimada. Permita os familiares (e você mesmo) a sempre pensarem além — não se prenda a questões práticas até que seja o momento de transformar uma ideia em realidade. Ou seja: a automação permite não só que você teste mais ideias, como também que você faça as iterações mais rapidamente.
2.Independentemente de seu cargo ou setor, a capacidade de aceitar mudanças e se adaptar a elas será primordial para ter sucesso em um mundo automatizado. 

3.Ao criar um ambiente no qual os familiares fiquem livres para gastar pelo menos uma parte de seu expediente na busca por um projeto por paixão, a Google facilitava a criação de produtos formidáveis como o Gmail e o AdSense. 

4.Talvez o maior obstáculo na adoção da economia criativa será a superação de uma desconfiança inerente na IA e na automação. Trabalhos que antes exigiam uma pessoa — ou até mesmo uma equipe inteira de pessoas — serão realizados por uma única máquina. 

A questão não será mais “O que eu posso fazer” ou “O que essa pessoa que eu contratar pode fazer?”. 

E mais que isso: “O que podemos tirar das nossas costas de forma que possamos focar as coisas mais importantes que fazemos?”. 

A maravilha está justamente no que a torna mais intimidadora: ela irá, de fato, pegar os trabalhos das pessoas, mas isso significa que também irá liberar as pessoas para irem atrás de trabalhos criativos em um nível antes tido como impossível. 

A filosofia de vida irá mudar com á chegada da Automação e Sustentabilidade na Sociedade.

A nanotecnologia pode ser entendida como parte da Automação, a manipulação, a construção de materiais, substâncias, dispositivos, objetos que estão normalmente na escala nanométrica (1 nanômetro = 10-9 do metro) e que apresentam propriedades fortemente dependentes dessa escala de tamanho 1. 

Apesar de ser trabalhada, do ponto de vista teórico, desde a década de 1950, algumas aplicações práticas datam a Idade Média. 

A maior parte das cores que vemos nos esmaltes e cerâmicas em vitrais em igrejas medievais e vitorianas são resultantes de propriedades de materiais em nanoescala. 

Do ponto de vista do jurídico, quais os focos de discussão e desafios que traz em sua tese?


O principal ponto de contato entre o ambiente legal e a nanotecnologia que desenvolvo em minha tese de doutorado está relacionado à saúde do trabalhador. 

O objetivo de meu estudo é apontar questões jurídicas sobre prevenções, tais como indenizar eventuais riscos que se tornem danos e entender como se opera a contaminação dos trabalhadores.

Acredito que a missão do Direito seja a de garantir o máximo de prevenção possível, sem que o desenvolvimento tecnológico seja comprometido. 

Falo isso porque existem algumas regulações que não são específicas para nanotecnologia, mas que trabalham questões relacionadas ao desenvolvimento tecnológico, consumo e de eventuais indenizações, em casos de riscos produzidos.


Será que o desenvolvimento de tecnologias nano, sem um controle apriorístico a rigor, levaria a uma maior incidência de riscos? 


Será que o Direito realmente tem de colocar algum “freio” nesse desenvolvimento tecnológico, até como forma de preservação da espécie, do patrimônio e da liberdade? 


São empresas que tem investimento em pesquisa e desenvolvimento e cuidados que precisam ser tomados para garantir a saúde no ambiente de trabalho e para os consumidores. 

A biotecnologia é uma área que visa desenvolver produtos e processos biológicos com a ajuda da Automação e da tecnologia.

A biotecnologia é uma área que visa desenvolver produtos e processos biológicos com a ajuda da Automação e da tecnologia. 

A Organização das Nações Unidas (ONU) classifica biotecnologia como “qualquer aplicação tecnológica que utiliza sistemas biológicos, organismos vivos, ou seres derivados, para fabricar ou modificar produtos ou processos para utilização específica”.

Seu alvo é sempre melhoramento genético, criação e gerenciamento de novos produtos como medicamentos, ingredientes para alimentos ou até indivíduos como plantas.

Hoje, graças ao avanço científico e tecnológico, dispomos de meios para alterar geneticamente animais, sementes, etc.

Tais animais e sementes são chamados de Organismos Geneticamente Modificados – OGM e causam muitas polêmicas e debates acirrados no mundo.

Já na seleção artificial, quando o homem começa a ter consciência e interferir no meio-ambiente, nós fomos selecionando, artificialmente, o que gostaríamos de consumir, vestir, criar etc.

Muitos de nossos tecidos, animais e tecnologia foram produtos de seleção artificial.

A mesmíssima coisa acontece com os organismos geneticamente modificados, conhecemos o mundo de tal maneira que hoje podemos estudar os genes e modificá-los a nosso bel-prazer em um laboratório.

De forma geral diminuíram em 37% o uso de pesticidas. Podemos criar animais transgênicos e utilizarmos seus órgãos em humanos, podemos, por exemplo, aproveitar o uso de tal tecnologia para fazer com que vacas deem mais leite com menos lactose e colesterol, etc.

Muitos críticos dos transgênicos não aceitam os fatos, acusam as empresas de serem monstros do capitalismo, acusam os cientistas de serem loucos tentando serem deuses, acusam os OGMs de fazerem mal à saúde humana.

Mas o fato é que existem mais de 2 mil estudos que comprovam a segurança dos transgênicos, dentre eles os principais órgãos científicos do mundo, como, por exemplo, a Academia Nacional de Ciência dos EUA:
“Até a data, mais de 98 milhões de hectares de culturas geneticamente modificadas foram cultivadas em todo o mundo.

E sempre foi assim em todas as descobertas científicas, como nas batalhas travadas entre a ciência e a religião, seja no caso da falácia do geocentrismo, na descoberta da evolução por seleção natural, nos debates sobre pesquisas com células-tronco embrionárias, ou na questão da ciência dos canabinoides.

“Seja a mudança que você quer ver no mundo”.
                                                                           Mahatma Gandhi

"A primeira regra de qualquer tecnologia utilizada nos negócios é que a automação aplicada a uma operação eficiente aumentará a eficiência. A segunda é que a automação aplicada a uma operação ineficiente aumentará a ineficiência."
                                                                                 Bill Gates