Marcando uma grande empolgação em seu conhecimento sobre como viver de filosofia.“Conhecer a si próprio é o maior saber”.

domingo, 22 de outubro de 2017

A filosofia da frase''conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses''


          O Universo é bem maior que nós.




Conhecendo a nós mesmos não vamos saber o que está se passando nas galáxias do Campo Ultraprofundo do Hubble, que só vemos por um “retrato” que foi tirado delas há 10 bilhões de anos, que é a luz que está chegando aqui.

Conhecendo a nós mesmos, porém, podemos chegar a um limite importante: conhecer o que é conhecer.

Eu digo que há limites para o que os conceitos podem descrever e prever – os conceitos, unidades básicas do conhecimento, são sempre dotados de uma margem de imprecisão, que é variável entre eles.

A genética do comportamento é uma das ciências nas quais nós nos dedicamos a conhecer a nós mesmos.

Dessa forma, observando/teorizando nossa própria capacidade de conhecer, teremos, eu penso, uma pista dos limites das nossas próprias mentes de destilar a ordem do mundo.

Isso foi usado mais tarde na mecânica quântica.

Estou começando a trabalhar com genes ligados ao comportamento humano.

Comparações de diferenças e igualdades são a base conceitual da estatística que auxilia os testes de hipóteses científicas, usados canonicamente nas ciências naturais.

Os fenômenos naturais que estão em escalas nanométricas e em escalas de anos-luz nos são em muitos sentidos inescrutáveis.

Como todo poeta sabe, há limites para o que as palavras podem expressar.

O que significa a frase Conhece-te a ti mesmo: "Conhece-te a ti mesmo" é um aforismo grego que revela a importância do autoconhecimento, sendo uma frase bastante conhecida no ramo Filosofia.


Outra explicação é que é mais importante nós nos conhecermos, termos noção de quem nós somos, e não dar importância ao que as outras pessoas pensam sobre nós.

Se queremos conhecer o mundo à nossa volta, devemos em primeiro lugar conhecer quem nós somos.

Aprenda qual o significado da frase Só sei que nada sei.

No entanto, a resposta de Sócrates foi a aquela que é provavelmente a sua frase mais conhecida: "Só sei que nada sei".

Não há certeza absoluta em relação a quem foi autor desta máxima, mas há vários autores que atribuem a autoria da frase ao sábio grego Tales de Mileto.

A frase completa é: "Conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo."

No decorrer dos séculos, esta frase foi usada por vários autores e pensadores, tendo por isso várias interpretações.

Explicação da frase "Conhece-te a ti mesmo" Esta frase indica que o primeiro passo para o verdadeiro conhecimento é nos conhecermos a nós próprios.

O conhecimento e conhecer a nós próprios é um processo, uma busca que não tem fim e a cada dia podemos aprender mais.

O processo de autoconhecimento muda a forma como uma pessoa interage com o mundo e com as outras pessoas, abrindo a possibilidade para conhecer e aprender novas coisas.



Uso de ''Conhece a ti mesmo'' no nosso cotidiano.


Outra explicação é que é mais importante nós nos conhecermos, termos noção de quem nós somos, e não dar importância ao que as outras pessoas pensam sobre nós.

Se queremos conhecer o mundo à nossa volta, devemos em primeiro lugar conhecer quem nós somos.

Aprenda qual o significado da frase Só sei que nada sei.

No entanto, a resposta de Sócrates foi a aquela que é provavelmente a sua frase mais conhecida: "Só sei que nada sei".

Não há certeza absoluta em relação a quem foi autor desta máxima, mas há vários autores que atribuem a autoria da frase ao sábio grego Tales de Mileto.

A frase completa é: "Conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo."

No decorrer dos séculos, esta frase foi usada por vários autores e pensadores, tendo por isso várias interpretações.

Explicação da frase "Conhece-te a ti mesmo" Esta frase indica que o primeiro passo para o verdadeiro conhecimento é nos conhecermos a nós próprios.

O conhecimento e conhecer a nós próprios é um processo, uma busca que não tem fim e a cada dia podemos aprender mais.

O processo de autoconhecimento muda a forma como uma pessoa interage com o mundo e com as outras pessoas, abrindo a possibilidade para conhecer e aprender novas coisas.

A frase “conhece-te a ti mesmo” é, na verdade, a inscrição que se via na entrada do Oráculo.

 Neste local, dedicado a Apolo (na mitologia grega, o deus da luz e do sol, da verdade e da profecia), buscava-se o conhecimento do presente e do futuro por intermédio de sacerdotisas.

Normalmente atribuída ao filósofo grego Sócrates (479-399 a.C.), a frase “conhece-te a ti mesmo” é, na verdade, a inscrição que se via na entrada do Oráculo de Delfos.

Será que realmente eles se conheciam?


Excesso de razão pode desembocar em orgulho e prepotência; excesso de emoção pode provocar desequilíbrio e desencontros.

Indo agora além da Filosofia e mesmo do campo religioso, acredito que o autoconhecimento é obtido através de caminhos racionais e emocionais, mas, muito mais ainda, através da espiritualidade.

Faltou a razão, que talvez os deixasse menos vulneráveis moral e psicologicamente.

Por mais que uma análise nesse sentido requeira algumas variáveis, é possível afirmar que faltou lucidez mental aos criminosos mencionados aqui.

Exatamente por isto é possível encontrar pessoas vazias em plena velhice e, ao contrário, mentes sábias no auge da juventude.

A harmonia espiritual costuma ser o fiel da balança entre este dois extremos que habitam em cada um de nós.

Na filosofia socrática o “conhece-te a ti mesmo” se tornou uma espécie de referência na busca não só do auto-conhecimento, mas do conhecimento do mundo, da verdade.

O que faziam, de que brincavam, o que gostavam, o que não gostavam, como se relacionavam com os pais e com os amigos, quais eram suas angústias, seus sonhos... Dados que talvez pudessem dar alguma pista sobre as escolhas que fizeram mais tarde.

Muito menos por desconhecimento de valores éticos, já que os três tinham discernimento sobre o assunto.


A frase que ficou mais conhecida, foi a de Delfos. Conhece a ti mesmo!

A frase que ficou mais conhecida, foi a de Delfos. Conhece a ti mesmo!



O medo sempre fez parte da vida dos homens.

O templo era considerado o "umbigo do mundo" porque conta-se uma história que Júpiter libertou duas águias e as ordenou que se encontrassem no centro do mundo, e foi em frente ao templo de Delfos que que as duas se encontraram.

Quando Sócrates foi ao templo consultar a Sacerdotisa, seu amigo Querofonte fez a tradução.

Na Grécia Antiga, era comum a existência de vários templos, como o de Afaia, Afrodisias, Ártemis, entre outros.

Foi nessa visita que a vida de Sócrates mudou, foi quando a sacerdotisa disse que não havia homem mais sábio que Sócrates em toda a Grécia.

O templo foi dedicado a Apolo, e tinha uma sacerdotisa pra traduzir as palavras aos homens, visto que os humanos não entendiam diretamente a linguagem dos Deuses.

E o que ganho com isso?/ Se me conheço, devo desaparecer logo.


É um lema dos sábios antigos/ que na sua brevidade se contradiz.

Muitos acreditam que o processo de conhecer a si mesmo é algo árduo e cansativo, ou para uns tantos outros, algo inatingível.

Então Sócrates duvidoso de sua sabedoria começou a questionar os cidadãos da Grécia, na maioria aqueles que se diziam sábios sobre um assunto.

Histórias sobre o templo são muitas.

"Conhece-te a ti mesmo!-Que significa?/Significa: Seja!/e ao mesmo tempo não seja!

Esse pode ser o melhor exercício para boa convivência.

Quem já leu A República, de Platão pode lembrar da citação: "Os sete homens a quem os gregos chamaram de sábios foram todos versados na administração pública; e, realmente, em nada se aproxima tanto a virtude humana da divina como a fundação de novas nações ou a conservação daquelas já fundadas" A citação conhece-te a ti mesmo, ficou muito conhecida através de Sócrates, mas como dito acima, é uma inscrição no templo atribuída aos Sete Sábios.

Escritores e filósofos foram contra esse processo de encontro consigo mesmo, mas o que muitas pessoas temem é o que podem encontra ao tentarem se conhecer por completo.

Vamos lembrar que antes de tentar entender e julgar alguém, devemos nos empenhar em conhecer nossas atitudes e se auto julgar.

E apesar de tantas teorias, o melhor é a ação, não só um estado estático.

Talvez por isso no Templo de Delfos, existia uma indicação que lá haviam tesouros, mas não os já conhecidos e mencionados donativos que o templo recebia, mas talvez um pequeno trocadilho com o tesouro que é o conhecimento.

Quanto mais liberdade, menos segurança; quanto mais segurança, menos liberdade.


Mas que nada.

Da vida.

Parece um conselho fácil, isso de você se conhecer, devido à longa convivência que você tem consigo mesmo.

Você vive se surpreendendo com você.

Em tese, se fizer todos os dias as mesmas coisas, alcançará todos os dias os mesmos resultados.

A seguinte: Você prefere liberdade ou segurança?


Conhece-te a ti mesmo.

Tudo está previsto e controlado.

Você está se sentindo inseguro.

Bem depois, Nietzsche mudou a frase e manteve o sentido, formulando aquela sentença que hoje está tatuada em douradas omoplatas femininas: "Torna-te quem tu és".

Tudo está seguro.

A filosofia pergunta e pergunta. Um vazio?

Para tanto sim.

E a felicidade que todos, de uma forma ou outra, procuramos - com ou sem esse nome: chame-se "auto-ajuda", ou coisa parecida como auto-estima: em consciência ou não - uma utopia, um lugar vazio em cada vida.

Mas filosofia há sempre.

Filosofia permite ao homem procurar seriamente o que lhe corresponde em plenitude; permite que nada se deixe de lado.

É só jogar para fora?

Não se pode igualar um Parménides com um Leucipo.

E é isto que eu quero?


Em contraste com o pensamento anterior, que atinge a sua expressão máxima no trabalho dos pré-socráticos, o "pai da filosofia" argumenta que sem um trabalho do "eu sobre si mesmo" (reflexão) todo o saber filosófico se reduz a uma História de Ideias e não a uma realização pessoal.

E do que mais gosto, é mesmo de jogar com filosofia.

Poesia é muito bom; às vezes é confundida com filosofia.

Gosto muito dela e é mais que perguntar.

Por isso é que todos andamos agitados com tudo, menos com o essencial.

Às vezes sim, outras não.

A resposta está na lua... complexa, misteriosa, mas simples.

Trata-se de um trabalho pessoal, de uma ascese, de um "começar a julgar".

Como se andássemos a matar a sede com sal, muito sal.

A procura da lei do devir, ou do movimento, e de como ela acaba por ser a razão ou unidade da multiplicidade, levou os pré-socráticos - de Tales a Demócrito - à identificação de um "arché", um princípio ou logos: razão de ser lógica e ontológica da natureza ou fúsis.

Nada há de pior do que viver de uma resposta sem que alguma vez se tenha feito a pergunta.

Um bom treinador e uma boa equipe ajudam, mas eu tenho que jogar.

Trata-se de um processo que não é difícil mas exige trabalho.

Tal como o poeta, raramente jogo para fora.

A "vaga" de Sócrates irrompe e afirma: não andes lá por fora mas entra em ti mesmo e debate-te; procura, sim, aquilo sem o qual nada pode ser procurado; procura a lei do teu movimento interior, o sustento do teu eu.

Todos temos algumas ideias sobre a vida, nem que seja a de não ter ideia nenhuma.

É como esta poesia de que deixo um excerto.

Ou seja, cada ser humano nasce munido de um conjunto de exigências e evidências (de justiça, de verdade, de felicidade, de amor), e é com elas que "sai" para o mundo e confronta "o que lhe acontece" com essa "natureza" ou "coração".

É um apelo à inteligência, na disciplina do apuramento dos critérios, do "conhece-te a ti mesmo".

Há frases que percorrem o mundo revestidas de autoridade.

Basta pronunciá-las para que todos se deixem convencer de seus acertos.

São sentenças que, por seu caráter imutável, reforçam equívocos históricos, preconceitos e crenças conservadoras.

Um percurso em que, ao experimentar a dor de privar com o fardo de sua sofrida condição, o homem resigna-se em ser, afinal, um mero caçador de sonhos.

A frase ''conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses'', por exemplo, bem que se ajusta a esta categoria.

Enumerar os diversos seres que o habitam.

Não mencionam que lhe seja um dia possível vislumbrar, em um simples átimo, a existência de um muro moral que o isole dos perigos do mundo.

Consagradas pelos séculos, elas fazem parte daquele repertório cultural de procedência nobre, citado com freqüência, e que ninguém ousa contestar.

É uma frase que, ao semear em torno a esperança e a discórdia ao mesmo tempo, cutuca o homem com a vara da vaidade.

Insinua-lhe a condição de deus - um deus a mais entre os homens - caso retire os véus da alma e assuma, a que preço seja, os próprios atos.


E não será este enigma, expressão suprema do seu humanismo, a garantia do seu caos e da sua liberdade?


Mencionar as maravilhas e os assombros que perturbam a imaginação humana.


Falo dos nossos pensamentos, dos nossos sentimentos e dos nossos valores.

O convite que se encontrava inscrito no pátio do templo dedicado ao deus grego Apolo em Delfos e que ficou universalmente conhecido como o “Oráculo de Delfos” era essa emblemática mensagem: “conhece a ti mesmo” que em grego escreve-se γνωθι σεαυτόν e se pronuncia “gnōthi seauton”.



Prestemos atenção ao verbo “conhecer”.



Qual o conteúdo da nossa alma, do nosso coração?




Conhecer tanto para os gregos como para os latinos significava “criar, construir, estabelecer e manter intimidade com algo ou com alguém”.



Pois bem: a riqueza do conteúdo em nosso interior está dividida em três categorias.



Podemos iniciar nossa conversa com um verbo, afinal o verbo é a palavra que exprime ação.



Você já parou para se fazer esta pergunta?





  1. A expressão que nos provoca hoje para nos conhecermos melhor, quer nos trazer um convite e ao mesmo tempo uma oportunidade: que nós aprendamos a nos conhecer, ou seja: a estabelecer uma intimidade com a nossa alma, com o nosso coração, com a nossa intimidade.



      2.Mas o que isto significa para o homem e para a mulher da sociedade moderna, com seus compromissos, família, estudo, trabalho, relacionamentos, crises, dúvidas… Enfim, são tantas coisas para administrar!



      3.Conhecer a si próprio significa entendermos bem o que significam estas três dádivas que somente o ser humano pode produzir.



Para as civilizações antigas, em especial os gregos, conhecer é muito mais do que isso.


O despertar da consciência sobre si mesmo é um processo.

Quais emoções as situações provocam em você.

O motivo pelo qual algumas coisas te chateiam, magoam, entristecem.

não é o que acontece conosco que nos afeta e sim o que vemos, ouvimos, sentimos, fazemos, agimos, interpretamos, registramos e damos significados em relação ao que acontece com a gente.

Lembre-se da frase de Galileu Galilei: “Conhecer a si próprio é o maior saber”.

Como costuma reagir as mais diferentes circunstâncias.


Lembre-se da frase de Galileu Galilei: “Conhecer a si próprio é o maior saber”.

Queres conhecer-te a ti mesmo, olha como agem os outros: Queres compreender os outros, olha em teu próprio coração. 
(O pensador).