Marcando uma grande empolgação em seu conhecimento sobre como viver de filosofia.“Conhecer a si próprio é o maior saber”.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Nossa Crenças e Costumes. um artigo de opinião!

 Afinal: O que crença?

 Afinal: O que crença? 



Podemos afirmar que crença são coisas ou idéias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.

Tenho crenças silenciosas: sonhar é diferente de estar acordado, que sonho se relaciona com o irreal, e a vigília se relaciona com a realidade.

Assim acredito que sei diferenciar a ilusão da realidade.

Quando falamos “Ela esta maluca”, estamos nos referindo à pessoa que perdeu a razão, que inventa uma realidade que só existe para ela.

Será que podemos confiar em tudo que vemos, ouvimos, sentimos ou devemos desconfiar delas?

Acredito que a razão se refere à realidade que é a mesma para todos.

É isso o que na origem a palavra filosofia significa, pois em grego, Philo – amigo; Sophia – sabedoria, portanto quer dizer: amigo da sabedoria.

Os termos crença e conhecimento são usados ​​de formas diferentes na filosofia.

A relação entre crença e conhecimento é que uma crença é o conhecimento, se a crença é verdade e se o crente tem uma justificativa (afirmações/provas /orientações razoáveis ​​e necessariamente plausíveis) para acreditar que é verdade.

Por exemplo, um crente da teoria da Terra plana não sabe que a Terra é esférica.

Não somente sentido um forte desejo de converter a dúvida em crença, mas chegamos a nos esforçar para manter as crenças que já temos, para evitar cair novamente em dúvida.

A Epistemologia é o estudo filosófico do conhecimento e da crença.

Os estudos dos Psicólogos indicam a formação das crenças e a relação entre crenças e ações.


As crenças se formam a partir de várias maneiras: Tendemos a interiorizar as crenças das pessoas ao nosso redor, durante a infância.

É a prova de que você está mantendo os olhos abertos, vivendo plenamente e aceitando tudo o que o mundo e as pessoas ao seu redor podem lhe ensinar."

Isso significa que as crenças dos povos devem evoluir à medida que ganham novas experiências

"A maioria das pessoas acreditam na religião ensinada e vivida na infância.

As pessoas podem adotar as crenças de um líder carismático, mesmo que essas crenças desapareçam, em face de todas as crenças anteriores e produzam ações que não são claramente de próprio interesse.

No entanto, mesmo as pessoas mais educadas e conscientes do processo pelo qual as crenças se formam, ainda se agarram firmemente às suas crenças e agem de acordo com essas crenças, mesmo contra seu próprio interesse.

Na Teoria da Liderança de Anna Rowley, ela afirma: "Você quer que suas crenças mudem.

Trauma físico, especialmente na cabeça, pode alterar radicalmente as crenças de uma pessoa.

Indivíduos racionais precisam conciliar sua realidade direta com qualquer dita crença e, portanto, se a crença não está presente ou possível, isso reflete o fato de que as contradições eram necessariamente superadas, usando dissonância cognitiva.
“Há somente dois tipos de homens: os que sabem e os que não sabem”.


“Há somente dois tipos de homens: os que sabem e os que não sabem”.


Dita pelo pensador indiano Krishnamurti, essa frase coloca um divisor de águas entre o resto da humanidade e aqueles que “sabem”, ou seja, os sábios.

Todos nós que pensamos saber algo – porque lemos aqui ou acolá, ou porque temos um título – na verdade nada sabemos.

Justifica-se tal conceito porque o “saber dos sábios” nada tem a ver com as informações que se acumulam na memória.

Ao se falar em vício, pensa-se logo em tabagismo ou embriaguez.

Enquanto não temos a experiência direta – que leva ao ser – só nos resta “crer”.

Conta-se que em certa ocasião, tendo um homem sido chicoteado em sua presença, imediatamente as marcas do chicote apareceram no corpo daquele santo.

Mas o conhecimento dos sábios é obtido por “experiência direta” na fusão entre o “conhecedor e o conhecido”, sendo um produto característico da meditação na prática do Raja Yoga.

Daí estarem nossas crenças em geral maculadas por anseios de segurança, preconceitos, paixões e vícios.

Entre outros caminhos, o amor incondicional também leva a essa união, e quando ela ocorre – transformando “dois” em “um” – toda possibilidade de erro desaparece.

Na vida de um povo, as crenças geram os costumes.

Estas, processando-se por comparação e verbalização, resultam das escolhas feitas pelos sentidos e pela mente, assim sujeitando-se a erros.

Nossas crenças são a mola mestra do pensamento e da ação, correspondendo ao grau de conscientização obtido no nível do ego material, ou personalidade.

Filmes ou “games” de terror e violência prestam um extraordinário desserviço ao ser humano, prendendo-o nos níveis vibratórios mais baixos, repetidamente aprofundando sua identificação com aqueles níveis.

As crenças que são as idéias e percepções de uma pessoa, consideradas por ela absolutas e verdadeiras.


À medida que vamos estabelecendo nossas crenças, também adquirimos diferentes níveis de pensamentos, que poderão reforçar as crenças que os originaram.

Afinal de contas, por que você se esforçaria se tem certeza de que não irá passar?


É através de nossas crenças que olhamos para todas as situações de nossa vida.

As crenças são formadas a partir da visão que a pessoa tem de si e do mundo.

Da mesma forma ocorre o contrário, pois se você se esforçar terá grandes chances de modificar e de estabelecer uma nova crença, mas desta vez, de sucesso.

Por exemplo, se você possuir uma crença de fracasso, provavelmente não se dedicará de forma eficaz nos estudos.

Sem esforço, a não melhora na maneira de estudar é praticamente inevitável, e essa possível piora ou a própria estagnação irá reforçar suas crenças de fracasso.

Em determinadas situações, nossas vivências facilitam uma compreensão errônea e inadequada da realidade, através de processamentos falhos, isto é, erros de pensamento.

As crenças se originam de muitas fontes, como por exemplo, da nossa educação, através do exemplo de pessoas importantes em nossas vidas, por “traumas passados”, experiências repetidas e também pela cultura onde vivemos e trabalhamos.

A partir disto, vamos formando conceitos inválidos e desenvolvendo crenças que chamamos disfuncionais.

Ao invés, a filosofia é "crítica" num sentido mais alto sobre as crenças.

A filosofia não é "crítica" neste sentido.

Quotidianamente, esta palavra tem geralmente um significado mais estrito do que o que tenho em mente.

Quando dizemos, quotidianamente, que "somos críticos relativamente àquela pessoa", queremos geralmente dizer que lhe encontramos defeitos.

Se tivesse de escolher uma só palavra para descrever a função e "espírito" da filosofia, seria crítica.

Mas o significado desta palavra não deve ser mal entendida.

Mas não podemos compreender a importância das crenças estudadas pela filosofia até considerarmos o significado das crenças em geral.

Um exemplo seria a crença de que Deus existe.

Não se trata da procura rabugenta de defeitos; não é "sempre a deitar abaixo", como as pessoas com maus temperamentos que todos conhecemos.

Mas isto não significa, claro, que essas crenças sejam necessariamente falsas ou que não sejam sólidas.

A filosofia tenta nada tomar como "garantido" e nada aceitar "por fé".

Neste sentido, a investigação crítica ocupa-se tanto das virtudes como dos defeitos do que estuda.

Pode dizer-se, contudo, que a filosofia critica algumas das crenças mais importantes e comuns dos seres humanos.

Ora, o que estuda a filosofia criticamente?


As crenças são muito mais importantes do que isto.

A autoridade pode ser os seus pais, professores, igreja ou amigos.

Suas crenças Podem perfeitamente ser sólidas.

Estamos sempre a agir à luz das nossas crenças.

Temos de nos libertar dos preconceitos e emoções que muitas vezes obscurecem as nossas crenças.

Isto, em si, não garante a verdade da crença, porque tais autoridades se enganaram muitas vezes.

É o produto da superstição, do "palpite" ou da inércia.

Todos nós somos providos por crenças e valores pessoais que nos estimulam ou que nos prendem em determinados momentos.


Esses valores e crenças foram sendo adquiridos ao longo de nossa história desde o momento de nosso nascimento, sendo influenciado por nossos amigos, parentes e familiares mais próximos.

Nossos valores são tudo que acreditamos como certo, independente da ética que faz parte de um conjunto de valores estipulados pela sociedade.

Antes de mais nada precisamos olhar em nossa volta e verificar se a vida em que estamos está alinhada com nossos valores, como também suas ações, precisa olhar mais atentamente seus conhecidos e avaliar se o que ele acredita como certo também se faz presente na crença daqueles que fazem o resultado acontecer.

Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade.

Diferente disso, tornamos o ambiente conhecido como anti-ético, que nada mais é do que valores diferentes sendo utilizados em um ambiente em comum.

Difícil, nada pode ser pior do que valores não alinhados.

A ética é construída por uma sociedade com base nos valores históricos e culturais.

O que as pessoas acreditam como certo, precisa estar alinhada ao que outras pessoas também acreditam.

Nossas crenças nos move no sentido do que acreditamos.

Pois bem, dentro de nossos valores (que seria uma ética particular nossa) existem crenças que nos fortalecem nas tomadas de decisões.

Esse conjunto se torna praticamente nosso jeito de ser e agir.

Do ponto de vista da Filosofia, a Ética é uma ciência que estuda os valores e princípios morais de uma sociedade e seus grupos.

Só que a problemática geral está no sentido de que uma organização é composta por diversas pessoas que possuem seus próprios valores e princípios.

Mesmo que a decisão tomada não seja a melhor, tomamos a mesma em cima do que acreditamos, e não conforme a grande maioria das pessoas nos estimulam a acreditar.

O sucesso de um de pessoa também de sua vida, está justamente nesse alinhamento de valores e crenças.

Dentro das organizações, há um problema muito grande de alinhamento de cultura, pois como nós agimos em detrimento a nossos valores e crenças, também uma pessoa deve agir dentro desse principio.

Definição de Ética: O termo “ética” deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa).

Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social.

A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado.

E não diferente disso?

Crenças não é uma cura falsa, realmente cura os costumes!

Crenças não é uma cura falsa, realmente cura os costumes!


É fato que o dia que você deixou de acreditar em Papai Noel você se comportou diferente.

As crenças são filtros que através dos quais nós interpretamos a realidade.

Em outro vídeo sobre mudança você terá informações de como funciona as transições neste momento e como lidar com elas.

Elas têm um poder imenso para determinar o nosso comportamento e, interferem diretamente nas conquistas da sua vida e em momentos de tomada de decisões.

O efeito placebo é quando a pessoa acredita tanto que aquele remédio vai cura-la, que o remédio cura.

É importante considerar as nossas crenças, contudo, é imprescindível coloca-las em conflito com a realidade e outras experiências da sua vida.

Exemplos citados neste vídeo nos mostra que diversificar o nosso modo de pensar sobre as crenças são primordiais em momentos de transições e de grandes mudanças de comportamento que realizamos no decorrer da vida.

Acreditar em crenças é tão forte que, todo medicamento quando é estudado realiza-se o estudo chamado de duplo cego: você entrega a pílula verdadeira para um grupo de pessoas e uma outra pílula que contém farinha de trigo como ingrediente para o outro grupo.

Nem o médico que receitou e nem o paciente sabe sobre a farinha, pois, se souber acontecerá o efeito placebo.

E se você pudesse escolher apenas uma coisa na vida, optaria por sucesso, aventura, amor, conforto ou segurança?


Mas de onde vêm nossos valores?


Se os modificar, seu foco mudará.

Todos nós temos uma hierarquia de valores que guiam nossas vidas.

Responder a esse tipo de pergunta ajuda a identificarmos quais são nossos valores pessoais.

Seu foco mudando, seu destino será outro!


Das experiências que temos na vida: dos nossos pais, da escola, da mídia, do trabalho, dos amigos, dos livros… a chave é estar consciente de que são esses valores que estão guiando nossas vidas, portanto precisamos escolhê-los com cuidado.


Se pudesse evitar apenas uma dessas opções, escolheria evitar frustração, raiva, dor física, humilhação ou depressão?


O problema é que muitas vezes temos valores conflitantes, o que gera uma certa confusão mental.

Se uma pessoa valoriza aventura mais do que tudo, não vai pensar duas vezes quando alguém chamar para saltar de para-quedas.

Uma acredita que terá conforto se conquistar independência financeira, enquanto outra acredita que terá conforto se passar em um concurso público.


Digamos que você tenha como mais alto valor o sucesso.

Ou, se abrir minha mente, então terei sucesso.

Dizemos: se eu for adquirindo conhecimento, então terei sucesso.

Como você sabe se tem sucesso ou não?

Duas pessoas podem considerar que conforto é o valor mais importante.

Mesmo pessoas que possuem os mesmíssimos valores podem ter crenças diferentes.

Se juntar um mais ideais, então terei sucesso.

O problema com as crenças é que muitas vezes definimos regras tão difíceis que nos mantemos afastados do sentimento que queremos!

Nossas crenças determinam as perguntas que nos fazemos, portanto alteram nosso foco, e nossa vida.

O que Significar toda essa Crença; Significa dizer que somos nós que criamos a nossa realidade.


É, apenas, uma interpretação da realidade.

Mapas ou modelos mentais são as representações da realidade construídas com base em experiências vivenciadas.

A questão é saber se a sua realidade está sendo construída com base em escolhas conscientes, em crenças poderosas que atraem o que você deseja e lhe auxiliam a conquistar os seus objetivos, ou em crenças limitantes, que lhe aprisionam na escassez, no insucesso e no medo.

É muito importante ter a consciência desse processo para controlar seu cérebro e construir mapas da realidade que produzam estados emocionais desejados, que colaborem com o seu sucesso.

Qual a construção mental que você faz dessas situações com base no seu mapa, nos seus modelos mentais?

A realidade/território pode ser desenhada de formas variadas a depender de quem a esteja projetando.

Duas ou mais pessoas, por exemplo, podem viver a mesma experiência e, no entanto, interpretá-las de maneiras distintas em razão dos seus modelos mentais.

Uma mulher, por exemplo, que já tenha sido traída ou abandonada, com base nessas experiências, pode construir “mapas da realidade” a respeito de relacionamentos que tornem sua convivência amorosa insustentável em razão do medo, da insegurança e de conflitos gerados.

O mapa, no entanto, não é o território.

Um dos maiores presentes que podemos ter na vida, e digo isso literalmente, é saber que podemos mudar as nossas crenças.


Um dos maiores presentes que podemos ter na vida, e digo isso literalmente, é saber que podemos mudar as nossas crenças.


Isto pode parecer-lhe demasiado radical e pragmático, mas se conseguir refletir sobre isso, se conseguir perceber que foi você que foi construindo a vida que tem agora, isso significa que pode alterá-la, pela simples razão que é o seu principal investidor.

Nós temos certas crenças dentro de nós, que nos incapacitam, que nos prejudicam e atrapalham o bom desenvolvimento da vida.

Sim, nós compartilhamos um conjunto de construtos, mas efetivamente, você criou o mundo ao seu redor e criou a pessoa que você é hoje.

As nossas crenças dão forma à nossa realidade, muito provavelmente a sua realidade é totalmente diferente da minha, é também diferente da do seu parceiro, colegas de trabalho, seus filhos, as pessoas ao seu redor.

Pretendo esclarecê-lo e elucidá-lo da forma como aquilo que falamos, pensamos e acreditamos, influência todo o nosso organismo e consequentemente o nosso desenvolvimento.

Este conhecimento é revolucionário, extraordinário e muito esperançador, saber que podemos realmente mudar as nossas crenças, principalmente aquelas que foram inúteis e permaneceram inalteráveis dentro de nós durante anos.

Você é único, e aquilo que faz de você uma pessoa diferente de tantas outras, são as crenças que tem acerca de si mesmo, dos outros e do mundo em geral.

Pense nisso por um momento, pense que você “cria” o seu próprio mundo (formas de olhar as coisas, forma de agir e de pensar).

Pretendo mostrar-lhe algumas maneiras de como pode desarmar, enfraquecer e substituir as crenças incapacitantes que lhe prejudicam a vida. 

O poder das crenças, é realmente avassalador.


No transtorno dissociativo de identidade, originalmente denominado transtorno de múltiplas personalidades, popularmente conhecido como dupla personalidade, é uma condição mental onde um único indivíduo demonstra características de duas ou mais personalidades ou identidades distintas, existem histórias de pacientes que literalmente mudaram a cor dos olhos, porque mudaram de uma personalidade para outra.

Então o que realmente é uma crença?


Eles também desenvolveram sintomas físicos, tais como a diabetes, simplesmente porque mudam de uma personalidade para outra, tendo crenças totalmente diferentes de si mesmo.

É algo que você sabe, com toda a certeza, que algo é verdade, é um sentimento profundo dentro de si.

Dica: Uma crença é um sentimento de certeza, sentindo que algo é verdadeiro.



O que é o efeito placebo?


Esse é o poder da crença, é a capacidade que todos temos para produzir um efeito no nosso corpo, que julgamos poder acontecer.

As crenças estão enraizadas na nossa mente e podem afetar a nossa forma de raciocinar, mas também podem afetar outras partes do nosso corpo, o que prova o extremo poder que elas possuem.

Talvez, esteja a pensar que este tipo de histórias se encaixam no estilo “fantástico”, provavelmente sim, mas não deixam de ser reveladoras da extraordinária capacidade que o corpo humano tem para se transformar por ação da crença.

Nunca lhe aconteceu acordar e sentir-se ótimo, como se não tivesse de fazer nada para se sentir bem?


Eu já me senti assim, é maravilhoso!

Pare de orientar-se por crenças desanimadoras, incapacitantes, obtusas e demasiado rígidas!

Você sente-se com um estado de espírito positivo, bem sucedido, otimista, pensa em grande e que é capaz de ultrapassar qualquer obstáculo.

Eu sei que é difícil, mas não impossível.

As crenças que levam à falta de confiança, medo e preocupação são o que em última análise, nos impede de experimentar o sucesso e conseguir o que se quer da vida.

Mas, outras vezes pode acontecer o oposto, sentimo-nos inseguros e julgamos não conseguir fazer nada, sentimo-nos exaustos e desistimos de ir à luta.

As coisas que lhe foram ditas e a forma como foram tratadas quando jovem, foram-se tornando na maneira que você pensa acerca de si mesmo, dos outros e do mundo, e tornaram-se nas suas crenças, quer o capacitem ou o derrotem.

É difícil modificar aquilo a que temos estado ligados grande parte da nossa vida, mas temos de começar a produzir crenças mais capacitadoras e parar de defender as meias-verdades que nos impedem de ver um conjunto enorme de possibilidades e opções.

Todos temos muitas crenças, e aprender de onde vêm e que elas desempenham um papel importante na nossa vida é fundamental para começar a mudá-las.

As ações do homem são o álbum de retratos das suas crenças.Ralph Waldo Emerson