Marcando uma grande empolgação em seu conhecimento sobre como viver de filosofia.“Conhecer a si próprio é o maior saber”.

domingo, 21 de janeiro de 2018

O homem tem(...) liberdade acima de tudo!

Para Aristóteles, o ser tem em si mesmo o princípio para agir ou não agir, ou seja, ele tem uma força interna que o proporciona à capacidade de agir ou não agir emdeterminada situação.

Para Aristóteles, o ser tem em si mesmo o princípio para agir ou não agir, ou seja, ele tem uma força interna que o proporciona à capacidade de agir ou não agir emdeterminada situação.





A primeira concepção foi criada por Aristóteles, onde sua teoria filosófica éapresentada em sua obra Ética e Nicômaco, afirmando que a liberdade se opõe ao que é condicionado externamente, ou seja, condições externas que provocariam a escolha forçada, e a contingência ou casualidade, em que acontece por obra do acaso.

Muitas teorias em cerca do assunto foram desenvolvidas ao decorrer de milhares de anos e conceitos foram sendo criados sobre o que realmente é liberdade plena e absoluta do ser, na qual três concepções se destacaram em meio a varias outras.

Existe também a questão da angústia em que o homem tem direito a escolha, e através da escolha vem à responsabilidade, onde o homem tem que optar por uma alternativa e por um critério pelo qual essa alternativa foi escolhida, é quando entra a questão da angústia que Sartre relata nas suas obras, que é o ato de optar por alternativas sem critérios para a escolha.

A liberdade é adquirida com poder pleno incondicional da vontade para determinar a si mesma ou para ser autodeterminada, em que é pensada como a ausência de constrangimentos externos e internos, sem barreiras para ser realizada.

Para Sartre, a liberdade é a escolha incondicional que o próprio homem faz de seu ser e de seu mundo.

Hegel traz a liberdade como totalidade formada pela cultura,que é a quebra da natureza pela cultura, onde o ser se desvinculada de sua natureza e passa a vivenciar a cultura, condicionando-o para agregação de novos valores e conceitos.

Seu conceito é de que a liberdade é uma condição insuperável do homem que não pode ser anulada, pois o ser humano esta condenado a serlivre e é a partir dessa condenação que se forma a liberdade.

A segunda concepção foi criada por uma escola de filosofia do período helenístico, o estoicismo, ressurgindo no século XVII com o filósofo Espinosae logo após no século XIX, com Hegel .

Eles mantiveram a mesma teoria de Aristóteles de que o ser liberto é o que tem autodeterminação ou ser causa de si mesmo e que também é livre.

O que age sem ser forçado ou constrangido por nada ou por ninguém e movido por uma força interna própria, só que não colocam a liberdade como apenas a vontade individual, mas na atividade de um todo, onde a totalidade age conforme seus próprios princípios, nas suas leis, suas regras, suas normas, enfim, na conformidade com a natureza.

O que age sem ser forçado ou constrangido por nada ou por ninguém e movido por uma força interna própria, só que não colocam a liberdade como apenas a vontade individual, mas na atividade de um todo, onde a totalidade age conforme seus próprios princípios, nas suas leis, suas regras, suas normas, enfim, na conformidade com a natureza.


Desde sempre (e acho que para sempre), nunca tive a preocupação de “ter” para “ser”.


Uma pergunta que sempre me fizeram e que eu nunca soube responder, foi a seguinte “o que é felicidade?”


Depois de um certo tempo ouvindo as pessoas responderem que a felicidade era possuir uma casa própria, um negócio, uma microempresa, um emprego de qualidade e tantas outras definições.

fui atrás pra resumir o que seria essa palavra no meu contexto de vida.


Ser feliz é ter uma essência própria e não negar-se dela!


Quando a gente tá pra baixo, pensando nos rumos que nossa história está tomando, muitas vezes a “salvação” e o resgate do nosso ânimo vem através de alguma pitada de felicidade inserida naquele bom-dia de quem você gosta.

daquele textão no whatsapp que o remetente insiste que você fique bem, ou até aquele panfleto que você recebe na rua.

Nem sempre vem com o sabor escrito na embalagem.

É preciso saber o preço (e também saber que nem sempre uma certa quantia compra).

E nem sempre elas vem dentro de um ovo de chocolate.

TUDO de alguma forma nos prende, nos impede, nos limita.


É liberdade e isso nos prende.

Não que eu realmente vá, mas eu posso ser livre.


VOCÊ EXERCE A SUA TÃO MERECIDA LIBERDADE E DIREITO DE IR E VIR?


Sendo assim, ficamos!

Você tem o direito de ir e vir todos dias!

Mas nos preocupamos demais com o que os outros pensam e falam.

Estamos condicionados a uma rotina que nos oferta algo, nos conquista, nos exige, nos recompensa.

E por fim, nos prende, num círculo contínuo de palavras cruelmente envolventes como ‘segurança’, ‘estabilidade’ e ‘futuro’.

Alguns moralismos de senso comum impregnados na sociedade então gerando um impedimento à minha liberdade de locomoção!

VOCÊ EXERCE A SUA TÃO MERECIDA LIBERDADE E DIREITO DE IR E VIR?


Para Espinosa existem três gêneros do conhecimento: 

1) Gênero da experiência vaga ou Gênero da consciência

2) Gênero da razão ou Gênero da noção comum

 3) Ciência intuitiva

O primeiro desses gêneros, o da consciência, caracteriza o encontro de corpos com corpos, ou de corpos com a Natureza; aqui se trata apenas dessa relação de encontro.

O segundo gênero, da razão, trata do que chamamos cotidianamente de conhecimento, ou seja, a partir da experiência vaga eu começo a usar minha razão para compreender a Natureza, bem como seu funcionamento; aqui se trata apenas do conhecimento de coisas que já existem na Natureza.

Por último temos a Ciência intuitiva, a qual caracteriza a produção do novo; aqui temos a manifestação da potência da substância, ou seja, de certa forma nos aproximamos da Natureza, na medida em que também conhecemos o processo de criar “vida”. Assim, ao entrarmos no âmbito da ciência intuitiva, estamos exercendo nossa liberdade.


                                                          Quem foi espinosa?



Por ser feminina, a liberdade é oportunidade, ousadia e manifestação de arte.


É oportunidade, por criar opções de agir; é ousadia, por testar nossa coragem e é arte pelas suas contribuições inovadoras.

Nª Srª da Liberdade é, com certeza, o ícone de todas essas virtudes, o auxílio na concreção de todos nossos esforços.

Dentre os diversos nomes de devoção à Maria, este de Nossa Senhora da Liberdade torna-se bastante atraente, quando vemos a humanidade não saber até hoje colocar limites a seus desvarios, pela falta de consciência do que significa viver, ou pela ausência de parâmetros na perseguição de seus corretos objetivos.

Dessa forma, aprendendo pelo exemplo de Maria, a mãe do Salvador, vamos, a partir dela, aprender o que significa ser livre, pela sua desprendida aceitação de obediência!

Pois Ela tem tudo a ver com a liberdade, na medida em que soube viver os paradoxos entre vontade própria e submissão, entre o querer e o dever, aceitando docilmente a missão imposta pela anunciação.

Pois cada um de nós, exercendo nossa vontade, sabe o quanto nosso egoísmo subverte nossos compromissos!


Pois a liberdade não consiste em fazer o que se quer, mas o que se deve, conclusão que significa a necessidade de nos submetermos de uma forma espontânea às obrigações a nós impostas pelas condições de nosso destino.

Ora, isto exige de cada um de nós um judicioso cuidado para que não tomemos, na oportunidade, as atitudes que contrariem o que deve ser feito!

Se, no paralelismo natural das características fundamentais do Espírito – criação, razão, sentimento e liberdade – relacionamos a criação do Universo a Deus Pai.

se, no que se refere à racionalidade do mundo, a relaciono a Deus-Filho; se submeto minha vontade e meus sentimentos à inspiração do Espírito Santo, no que se refere à liberdade,devo vinculá-la à Maria.

personagem fundamental na implantação do Reino, por seu SIM que coroou a obra da criação, sua submissão livre ao anúncio do anjo Gabriel: ”Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra” (Lc, I, 38).

Ora, imitando Maria, transformamos o exercício de nossas liberdades num verdadeiro desafio, a marca diferencial de nossa grandeza ou de nossa pequenez,

se não soubermos aferir devidamente que tudo o que fazemos deve trazer a marca de nossas características de seres humanos dotados de fé, espiritualidade e grandeza.

Os medievais chamaram a isto sinderesis ou nossa atração natural aos valores sintetizados no bem.

E, lamentavelmente, apesar dos esforços das famílias, da educação e das religiões.

temos de reconhecer que até hoje a humanidade não foi capaz de tirar do limbo de suas contradições tudo o que se refere ao exercício das suas liberdades.

Pois, acima das ideologias e dos preconceitos, há ideais humanos universais que devem ser inculcados na mente de todas as pessoas: respeito à vida, pluralismo democrático, moderação e tolerância, desprendimento e solidariedade, são apenas alguns exemplos.

Nª Srª da Liberdade é, com certeza, o ícone de todas essas virtudes, o auxílio na concreção de todos nossos esforços.

Todos os países construíram sua identidade ao longo dos anos, cada um com sua identidade e particularidades.


Por isso devemos sim revindicar e lutar por nossos direitos.

O povo está exercendo a liberdade fazendo política.

Liberdade e política são paralelas, para fazer política temos que ter liberdade.

Obrigatoriamente eles tem suas particularidades pois isso envolve vários fatores de cada região.

Na história dos povos, temos relatos de muitas revoltas, como a independência dos Estados Unidos, revolução Francesa e nossa independência.

Aqui no Brasil já criamos uma parte da nossa identidade, mas estamos no processo de identificação, país buscando sua própria identidade política e de liberdade, somos livres, mas não exercemos totalmente nossa liberdade.

Quando nos unimos por um ideal comum, mostrando para nossos governantes que temos força grandes mudanças aconteceram.

Seja de maneira pacifica ou violenta.

De qualquer maneira temos obrigação de cobrar por melhores condições no país.

Em outros tempos a nação era conformada, essa situação e por isso estamos passando por esse momento de “transformação”.

haveria um questionamento: a liberdade de expressão foi garantida somente após a promulgação da Constituição Federal de 1988?



É a norma que está acima e norteia todas as demais, cuidando dos direitos fundamentais do homem.


Por que a Constituição Federal é tão importante para a liberdade de expressão?


Daí a importância da vigência do Estado Democrático de Direito em nosso País, que não assegura somente nossa liberdade de se expressar livremente, mas outros direitos que interferem na ordem das coisas, na ordem jurídica.

Não há melhor exemplo que eu possa agora me lembrar, do que a imutabilidade da sentença (coisa julgada) e da irretroatividade da lei, como fenômenos garantidores da segurança jurídica e, por conseguinte, do tão aclamado “Estado Democrático de Direito”.

Nossas constituições anteriores já asseguravam a liberdade de expressão, mas algumas delas maculadas por características do governo totalitário que vigia à época, como são os casos das Constituições de 1937 e 1945 da era Vargas, e nenhuma delas com a ênfase que foi dada pela nossa atual Lei Maior, no que concerne à dignidade da pessoa humana.

Voltando à situação do menor de idade, como já dito, todos nós, quando nascemos, adquirimos personalidade civil, e desta irradiam-se direitos e obrigações, independentemente da capacidade de fato para exercer os atos da vida civil.

A incapacidade de exercer os atos da vida civil, inerente também aos menores de idade, está estritamente ligada à capacidade de fato, que é o atributo de exercê-los por si mesmo.


Querer ser livre é também querer livres os outros.
Simone de Beauvoir