Marcando uma grande empolgação em seu conhecimento sobre como viver de filosofia.“Conhecer a si próprio é o maior saber”.

sábado, 23 de junho de 2018

A filosofia de vida irá mudar com á chegada da Automação e Sustentabilidade na Sociedade.



Sustentabilidade é uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo.

Ultimamente, este conceito tornou-se um princípio segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.

Questão social: é preciso respeitar o ser humano, para que este possa respeitar a natureza. E do ponto de vista humano, ele próprio é a parte mais importante do meio ambiente.

Questão energética: sem energia a economia não se desenvolve. E se a economia não se desenvolve, as condições de vida das populações se deterioram.

Questão ambiental: com o meio ambiente degradado, o ser humano abrevia o seu tempo de vida; a economia não se desenvolve; o futuro fica insustentável.

O princípio da sustentabilidade aplica-se a desde um único empreendimento, passando por uma pequena comunidade (a exemplo das ecovilas), até o planeta inteiro. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

1-Ecologicamente correto

2-Economicamente viável

3-Socialmente justo

4-Culturalmente diverso


A Pegada Ecológica é a única métrica que mede a quantidade de natureza que temos e a quantidade de natureza que usamos. A pegada ajuda: 

A Pegada Ecológica acompanha o uso de seis categorias de áreas de superfície produtivas: terra de cultivo, pastagens, áreas de pesca, área construída, área florestal e demanda de carbono na terra.

Do lado da demanda, a Pegada Ecológica mede os ativos ecológicos que uma determinada população necessita para produzir os recursos naturais que consome (incluindo alimentos vegetais e produtos de fibras, gado e produtos pesqueiros, madeira e outros produtos florestais, espaço para infra-estrutura urbana) e absorver seus resíduos, especialmente as emissões de carbono.

Do lado da oferta, a biocapacidade de uma cidade, estado ou nação representa a produtividade de seus ativos ecológicos (incluindo terras agrícolas, pastagens, terras florestais, áreas de pesca e terras construídas).

Sua demanda pelos bens e serviços que suas terras e mares podem fornecer - frutas e legumes, carne, peixe, madeira, algodão para vestuário e absorção de dióxido de carbono - excede o que os ecossistemas da região podem renovar.

Usamos mais recursos e serviços ecológicos do que a natureza pode regenerar através da sobrepesca, da exploração excessiva de florestas e da emissão de mais dióxido de carbono na atmosfera do que as florestas podem sequestrar.

Todos os anos, a Global Footprint Network aumenta a conscientização sobre a superação ecológica global com a campanha Earth Overshoot Day, que atrai a atenção da mídia em todo o mundo. O Earth Overshoot Day foi transferido do final de setembro de 2000 para o dia 2 de agosto de 2017.

Cada país tem seu próprio perfil de risco ecológico: a maioria dos países está executando déficits ecológicos, exigindo mais da natureza do que seus ecossistemas podem se regenerar.

As comunidades e os planejadores urbanos de todo o mundo usam nossas ferramentas para orientar o uso da terra e as decisões orçamentárias, acompanhar o progresso da sustentabilidade e apoiar melhores políticas e ações de sustentabilidade. 

À medida que as populações humanas e o consumo aumentam, colocamos maiores exigências nos ecossistemas que são essenciais para a sobrevivência não apenas da humanidade, mas também das espécies selvagens.

Problemas como a mudança climática, a escassez de água, o excesso de colheita e a destruição de habitats - sintomas da pressão humana sobre os recursos finitos do planeta - estão derrubando populações de vida selvagem em todo o mundo.

Embora não seja uma medida direta das populações de espécies, a Pegada Ecológica fornece um indicador da pressão sobre os ecossistemas e a biodiversidade, medindo o nível competitivo de demanda ecológica que os humanos colocam sobre a biosfera.

Também resulta no acúmulo de dióxido de carbono que leva à mudança climática, com profundas implicações para os ecossistemas e as espécies que eles sustentam, bem como para o bem-estar de nossas sociedades e a estabilidade econômica.

Um relatório de 2010 da revista Science, ao qual a Global Footprint Network foi contribuinte, forneceu uma avaliação gritante de que os governos do mundo não cumpriram a meta estabelecida pela Convenção sobre Diversidade Biológica e, em vez disso, presidiram a enormes quedas.


“ Desenvolvimento ” é uma abreviação para se comprometer com o bem-estar de todos.

A medição dessas duas variáveis ​​revela que pouquíssimos países chegam perto de alcançar o desenvolvimento sustentável, apesar da crescente adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e outras políticas que buscam aumentar o bem-estar sem sacrificar o meio ambiente. 

No entanto, para alcançar o desenvolvimento sustentável global, a demanda da humanidade, nos níveis atuais da população, tem que cair abaixo de uma média de 1,7 gha por pessoa. 

No nível local, a Global Footprint Network testou uma ferramenta para ajudar organizações internacionais de desenvolvimento e empreendedores sociais a avaliar se seus projetos estão melhorando o bem-estar humano de maneira ambientalmente sustentável. 

Hoje, o termo “pegada de carbono” é frequentemente usado como abreviação para a quantidade de carbono (normalmente em toneladas) emitida por uma atividade ou organização. 

Nossa medição da Pegada de Carbono traduz a quantidade de emissões de dióxido de carbono na quantidade de terra produtiva e área marítima necessária para sequestrar essas emissões de dióxido de carbono. 

O pacto climático aprovado em Paris em dezembro de 2015 representou um enorme passo histórico na recriação de um futuro livre de fósseis para o nosso planeta. 

Não é nada surpreendente que quase 200 países em todo o mundo - incluindo nações exportadoras de petróleo - concordaram em manter a elevação da temperatura global bem abaixo de 2 graus Celsius e , para surpresa de muitos, foram ainda mais longe ao concordar em buscar esforços para limitar a aumentar para 1,5 graus acima dos níveis pré-industriais. 


A Automação, no período entre 2015 e 2020, o Fórum Econômico Mundial prevê a perda de 7,1 milhões de empregos, principalmente aqueles relacionados a funções administrativas e industriais. 

Com Automação, as empresas perceberam que se não aderissem a essa tecnologia, elas não seriam mais competitivas", afirma.

Isso não significa que todos perderão o emprego, mas que serão impactados em algum grau, que vai de desemprego a ter um "cobot" (colega de trabalho robô com quem divide as funções). 

A mudança é positiva na medida em que libera profissionais de tarefas monótonas, que por sua vez podem ser feitas com maior rapidez e eficiência quando automatizadas. 

Nesse cenário de extinção grande de trabalhos que exigem pouca qualificação e criação de um número menor que exige muita, a tendência é de aumento da desigualdade.

O fim de funções hoje exercidas pela população de baixa e média renda vai gerar desemprego e pressionar para baixo o salário das que restarem, diante da massa de pessoas buscando trabalho. 

Um novo grupo de pessoas cresce à margem dos direitos trabalhistas, classificados ora como "trabalhadoresindependentes", ora como "invisíveis" ou simplesmente "informais".

Segundo pesquisa feita pelo Fórum Econômico Mundial com diretores das áreas de recursos humanos em empresas de 15 países, 44% deles acreditam que o maior impacto no mercado hoje vem das mudanças no ambiente de trabalho, como home office, e nos arranjos flexíveis, como contratação de pessoas físicas para trabalhar por projeto (a chamada "pejotização).

Um desafio extra para o Brasil é que ele precisa começar a lidar com essas questões novas ao mesmo tempo em que ainda não resolveu problemas antigos, como o alto índice de informalidade, que voltou a subir durante a crise e atinge 44,6% dos trabalhadores, segundo o IBGE. 

Para o sociólogo Ruy Braga, professor da USP e autor dos livros "A Rebeldia do Precariado" (2017) e "A Política do Precariado" (2012), as novas formas de trabalho que surgem mascaram o avanço do velho subemprego.


O que você ouviu é verdade: os robôs estão vindo para pegar nosso trabalho.


O que estamos vendo, e o que continuaremos a ver, é que, se uma tarefa requerer apenas a lógica para ser compreendida e concluída, uma máquina logo será capaz de realizá-la. 

É também empolgante: precisamos abraçar nossa criatividade, que, por enquanto, é a única coisa que nos diferencia das máquinas. 


Para terem sucesso nisso, os líderes e seus familiares precisarão possuir características específicas que os guiarão nesse imenso mar de mudanças e os ajudarão a chegar à outra margem, prontos para entrar em um admirável mundo novo.

Você precisa das seguintes características para abraçar completamente a tecnologia de automação:

1. Não deveria ser nenhuma surpresa que a primeira característica de que você precisará na economia criativa é inteligência criativa, mas vale reiterá-la, pois frequentemente ela é subestimada. Permita os familiares (e você mesmo) a sempre pensarem além — não se prenda a questões práticas até que seja o momento de transformar uma ideia em realidade. Ou seja: a automação permite não só que você teste mais ideias, como também que você faça as iterações mais rapidamente.
2.Independentemente de seu cargo ou setor, a capacidade de aceitar mudanças e se adaptar a elas será primordial para ter sucesso em um mundo automatizado. 

3.Ao criar um ambiente no qual os familiares fiquem livres para gastar pelo menos uma parte de seu expediente na busca por um projeto por paixão, a Google facilitava a criação de produtos formidáveis como o Gmail e o AdSense. 

4.Talvez o maior obstáculo na adoção da economia criativa será a superação de uma desconfiança inerente na IA e na automação. Trabalhos que antes exigiam uma pessoa — ou até mesmo uma equipe inteira de pessoas — serão realizados por uma única máquina. 

A questão não será mais “O que eu posso fazer” ou “O que essa pessoa que eu contratar pode fazer?”. 

E mais que isso: “O que podemos tirar das nossas costas de forma que possamos focar as coisas mais importantes que fazemos?”. 

A maravilha está justamente no que a torna mais intimidadora: ela irá, de fato, pegar os trabalhos das pessoas, mas isso significa que também irá liberar as pessoas para irem atrás de trabalhos criativos em um nível antes tido como impossível. 


A nanotecnologia pode ser entendida como parte da Automação, a manipulação, a construção de materiais, substâncias, dispositivos, objetos que estão normalmente na escala nanométrica (1 nanômetro = 10-9 do metro) e que apresentam propriedades fortemente dependentes dessa escala de tamanho 1. 

Apesar de ser trabalhada, do ponto de vista teórico, desde a década de 1950, algumas aplicações práticas datam a Idade Média. 

A maior parte das cores que vemos nos esmaltes e cerâmicas em vitrais em igrejas medievais e vitorianas são resultantes de propriedades de materiais em nanoescala. 

Do ponto de vista do jurídico, quais os focos de discussão e desafios que traz em sua tese?


O principal ponto de contato entre o ambiente legal e a nanotecnologia que desenvolvo em minha tese de doutorado está relacionado à saúde do trabalhador. 

O objetivo de meu estudo é apontar questões jurídicas sobre prevenções, tais como indenizar eventuais riscos que se tornem danos e entender como se opera a contaminação dos trabalhadores.

Acredito que a missão do Direito seja a de garantir o máximo de prevenção possível, sem que o desenvolvimento tecnológico seja comprometido. 

Falo isso porque existem algumas regulações que não são específicas para nanotecnologia, mas que trabalham questões relacionadas ao desenvolvimento tecnológico, consumo e de eventuais indenizações, em casos de riscos produzidos.


Será que o desenvolvimento de tecnologias nano, sem um controle apriorístico a rigor, levaria a uma maior incidência de riscos? 


Será que o Direito realmente tem de colocar algum “freio” nesse desenvolvimento tecnológico, até como forma de preservação da espécie, do patrimônio e da liberdade? 


São empresas que tem investimento em pesquisa e desenvolvimento e cuidados que precisam ser tomados para garantir a saúde no ambiente de trabalho e para os consumidores. 


A biotecnologia é uma área que visa desenvolver produtos e processos biológicos com a ajuda da Automação e da tecnologia. 

A Organização das Nações Unidas (ONU) classifica biotecnologia como “qualquer aplicação tecnológica que utiliza sistemas biológicos, organismos vivos, ou seres derivados, para fabricar ou modificar produtos ou processos para utilização específica”.

Seu alvo é sempre melhoramento genético, criação e gerenciamento de novos produtos como medicamentos, ingredientes para alimentos ou até indivíduos como plantas.

Hoje, graças ao avanço científico e tecnológico, dispomos de meios para alterar geneticamente animais, sementes, etc.

Tais animais e sementes são chamados de Organismos Geneticamente Modificados – OGM e causam muitas polêmicas e debates acirrados no mundo.

Já na seleção artificial, quando o homem começa a ter consciência e interferir no meio-ambiente, nós fomos selecionando, artificialmente, o que gostaríamos de consumir, vestir, criar etc.

Muitos de nossos tecidos, animais e tecnologia foram produtos de seleção artificial.

A mesmíssima coisa acontece com os organismos geneticamente modificados, conhecemos o mundo de tal maneira que hoje podemos estudar os genes e modificá-los a nosso bel-prazer em um laboratório.

De forma geral diminuíram em 37% o uso de pesticidas. Podemos criar animais transgênicos e utilizarmos seus órgãos em humanos, podemos, por exemplo, aproveitar o uso de tal tecnologia para fazer com que vacas deem mais leite com menos lactose e colesterol, etc.

Muitos críticos dos transgênicos não aceitam os fatos, acusam as empresas de serem monstros do capitalismo, acusam os cientistas de serem loucos tentando serem deuses, acusam os OGMs de fazerem mal à saúde humana.

Mas o fato é que existem mais de 2 mil estudos que comprovam a segurança dos transgênicos, dentre eles os principais órgãos científicos do mundo, como, por exemplo, a Academia Nacional de Ciência dos EUA:
“Até a data, mais de 98 milhões de hectares de culturas geneticamente modificadas foram cultivadas em todo o mundo.

E sempre foi assim em todas as descobertas científicas, como nas batalhas travadas entre a ciência e a religião, seja no caso da falácia do geocentrismo, na descoberta da evolução por seleção natural, nos debates sobre pesquisas com células-tronco embrionárias, ou na questão da ciência dos canabinoides.

“Seja a mudança que você quer ver no mundo”.
                                                                           Mahatma Gandhi

"A primeira regra de qualquer tecnologia utilizada nos negócios é que a automação aplicada a uma operação eficiente aumentará a eficiência. A segunda é que a automação aplicada a uma operação ineficiente aumentará a ineficiência."
                                                                                 Bill Gates