Marcando uma grande empolgação em seu conhecimento sobre como viver de filosofia.“Conhecer a si próprio é o maior saber”.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

felicidade e satisfação para filosofia


Para Aristóteles, o mais proeminente dos filósofos metafísicos, a felicidade é o maior desejo dos seres humanos. Do seu ponto de vista, a melhor forma de conseguir ser feliz é através das virtudes.

Para Aristóteles, o mais proeminente dos filósofos metafísicos, a felicidade é o maior desejo dos seres humanos. Do seu ponto de vista, a melhor forma de conseguir ser feliz é através das virtudes.


Segundo Aristóteles, a felicidade é um estilo de vida: o ser humano precisa exercitar constantemente o melhor que tem dentro dele. Por isso, existe uma grande semelhança entre o que este pensador propôs e os princípios das religiões judaico-cristãs.

A diferença entre eles é que ele não acreditava que a felicidade provinha somente do mundo espiritual, mas também tinha muito a ver com as dimensões terrenas. Insistia na ideia de que não devemos trabalhar para adquirir bens materiais, mas por amor pelo que fazemos.

Nietzsche e a crítica da felicidade;
Nietzsche acreditava que viver pacificamente e sem qualquer preocupação era um desejo das pessoas medíocres e que não valorizam a vida.

Em vez disso, a felicidade é força vital, espírito de luta contra todos os obstáculos que restrinjam a liberdade e a autoafirmação. Ou seja, quando a vida que desejamos coincide com o que realmente somos.

Este filósofo observou que se nos perguntarmos o que é felicidade, encontraremos facilmente uma primeira resposta: a felicidade consiste em encontrar algo que nos satisfaça plenamente.

O que é esse estado subjetivo de satisfação plena? Isto quer dizer que cada um define o que irá fazê-lo feliz;

Slavoj Zizek e a felicidade como paradoxo.

Este filósofo acredita que a felicidade é uma questão de opinião, e não de verdade;

A felicidade é particular para cada ser humano, é uma questão muito individual. Para Tales, ser feliz é ter corpo forte e são, boa sorte e alma formada.

Para Sócrates essa idéia teve rumo novo, ele postulou que não havia relação da felicidade com somente satisfação dos desejos e necessidades do corpo, mas que o homem não é apenas corpo, e sim em principal, alma.

E já para Kant, a felicidade está no âmbito do prazer e desejo, e não há relação com Ética, logo não seria tema para investigar de maneira filosófica.

Mas ao que cerca a língua inglesa, na época de Kant, a felicidade teve destaque no pensamento político e a busca pela mesma passou a ser “direito do homem”, e isso é consignado na Constituição dos Estados Unidos da América, de 1787, redigida de acordo com o Iluminismo.

A questão de discutir a felicidade através da filosofia e reflexão é importante para que seja mais claro o caminho de encontro com a mesma, buscada por todos, e independente da época e sociedade em que se vive.

Felicidade é um conceito de difícil definição por ser muito subjetivo, mas foi importante para o surgimento da Psicologia Positiva e, por conseguinte, também se tornou importante para o Coaching.

Felicidade é um conceito de difícil definição por ser muito subjetivo, mas foi importante para o surgimento da Psicologia Positiva e, por conseguinte, também se tornou importante para o Coaching.

A felicidade é constituída por várias emoções e sentimentos que podem ser motivados por alguma coisa em específico, como um sonho que se realizou, um desejo atendido, ou até mesmo aquelas pessoas que são famosas por sempre estarem felizes e bem humoradas, não sendo necessário nenhum motivo específico para que elas estejam em um estado elevado de felicidade.

Os filósofos faziam associação da felicidade com o prazer, uma vez que não é fácil fazer a definição de felicidade como um todo, qual é a sua origem, as emoções e os sentimentos que a envolvem.

Esses filósofos voltaram seus estudos para o comportamento e estilo de vida que, teoricamente, levariam as pessoas ao estado de felicidade plena.

A Felicidade das pessoas. Afinal, felicidade nunca é a mesma coisa para todo mundo, e o padrão de felicidade está evidentemente vinculado a fatores externos, como nosso imaginário, criado pelos filmes e estórias infantis, ou não, pelo dinheiro e pelo estatuto da mídia.

Para Aristóteles, filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande, a felicidade é equilíbrio e harmonia, conquistados com a prática do bem.

Pirro de Élis, filósofo grego, nascido na cidade de Élis, considerado o primeiro filósofo cético e fundador da escola que foi chamada de pirronismo, acreditava que a felicidade se dava através da tranquilidade.


Zoroastro, profeta iraniano que teria nascido entre os séculos 17 e 14 a.C., criou uma doutrina religiosa, o zoroastrismo, que se baseava numa luta permanente entre o bem e o mal. e rebanhos de gado".

Por volta do século 6 a.C., na China, dois filósofos apontaram dois caminhos para se atingir a felicidade: Lao Tsé defendeu que a harmonia na vida podia ser alcançada através da união com o tao, ou seja, com as forças da natureza.

Já Confúcio enfatizou o dever, a cortesia, a sabedoria e a generosidade como elementos que permitiriam uma existência feliz.


O dalai lama Tenzin Gyatso defende a autorreflexão e a serenidade como caminhos para se atingir a felicidade.

A felicidade é um tema central do budismo, doutrina religiosa criada na Índia por Sidarta Gautama por volta do século VI a.C.

Um dos grandes mestres contemporâneos do budismo, o dalai lama Tenzin Gyatso, diz que a felicidade é uma questão primordialmente mental, no sentido de ser necessário, primeiramente, se identificar os fatores que causam a nossa infelicidade e os fatores que causam a nossa felicidade.

O dalai lama ainda enfatiza a importância da disposição mental para se atingir a felicidade: sem uma disposição mental adequada, de nada adianta a posse de fatores externos, como riqueza, amigos etc.

E a disposição mental adequada para a felicidade baseia-se sobretudo na serenidade.

Mahavira, um filósofo indiano contemporâneo de Sidarta Gautama, enfatizou a importância da não violência como meio de se atingir a felicidade plena. Sua doutrina perdurou sob o nome de jainismo.

Para o filósofo grego Aristóteles, que viveu no século IV a.C., a felicidade é uma atividade de acordo com o que há de melhor no homem.

O homem, diferente de todos os outros seres vivos, é dotado de linguagem (logos), e a atividade que há de melhor no homem deve ser realizada de acordo com a virtude, então, aquele que organizar os seus desejos de acordo com um princípio racional terá uma ação virtuosa e a vida de acordo com a virtude será considerada uma vida feliz.

Assim, a felicidade, para o filósofo grego, é uma atividade da alma de acordo com um princípio racional, isto é, uma atividade de acordo com a virtude.

Com isso, vemos que a concepção aristotélica de felicidade diverge em muito da concepção contemporânea, por exemplo, que considera a felicidade como a paz de espírito ou um estado durável de emoções positivas.

Trata-se de um dos conceitos centrais na ética e na filosofia política de Aristóteles.

Epicuro, filósofo grego que viveu nos séculos IV e III a.C., defendia que a melhor maneira de alcançar a felicidade é através da satisfação dos desejos de uma forma equilibrada, que não perturbe a tranquilidade do indivíduo.

Um deles, o catolicismo, produziu muitos filósofos famosos, como Tomás de Aquino, que, no século XIII, descreveu a felicidade como sendo a visão beatífica, a visão da essência de Deus.

felicidade e satisfação da filosofia

Ao enfrentar um filósofo antigo e obter sucesso na compreensão de sua filosofia, não compreenderemos, necessária e automaticamente, o pensamento filosófico de um filósofo moderno. De fato, estaremos mais preparados no que diz respeito a saber como lidar com o estilo de escrita árido, característico da filosofia em geral, e a refazer o processo formal necessário para compreender-se um filósofo. 


Entretanto, teremos que novamente iniciar o mesmo trajeto, o mesmo movimento de desvendar os segredos por detrás do pensamento de um filósofo, a aventura da filosofia, exatamente como já fizemos uma vez e como inevitavelmente teremos que fazer ao ler cada novo filósofo.


Isso pode causar uma grande confusão, haja vista que quando Platão falar de “forma”, estará falando de algo completamente diferente de Aristóteles quando ele também estiver falando de “forma”.


Relataremos os elementos necessários a compreensão de uma partida de futebol entre Real Madrid e Barcelona ao explicar a formação das equipes, o campeonato disputado, a posição de cada time, o número de pontos, a história desse confronto, e assim por diante.

Relataremos o que vimos, talvez o que descobrimos posteriormente por meio de outra pessoa, e toda e qualquer informação que possa auxiliar no esclarecimento do fato explicado. Cada pessoa é um ponto de vista distinto, com intenções diferentes e finalidades múltiplas na explicação que dão de um acontecimento. Assim como pessoas diferentes explicam de modo diferente o mesmo acontecimento, dependendo de sua intenção, de sua finalidade, de seus interesses e etc., cada filósofo também explicará o homem e o mundo de um modo diferente: aqueles alinhados ao que chamamos de “essencialismo” terão um modelo explicativo;

Todavia, diferente da explicação comum que daríamos para um acontecimento, a explicação filosófica é uma explicação rigorosa que busca apresentar as razões e as causas daquilo que busca explicar, por meio da aplicação de argumentos precisos e através de nomes gerais, desenvolvidos para tornar o discurso sintético e de modo que este atenda às exigências metodológicas da filosofia.

Essa abstração de um nome que carrega o significado de um conceito geral, que caracteriza vários particulares, é desenvolvida do mesmo modo que na filosofia.

Os magos dos outros universos fantásticos podem até serem, em alguns aspectos, similares aos de Harry Potter, porém não necessariamente foram para uma escola de magia e bruxaria, não receberam cartas de admissão aos 11 anos e nem foram selecionados para casas mágicas. Por isso, é necessário compreender o sentido de mago em cada fantasia que lermos, para entender o sentido de cada história. É necessário compreender o vocabulário filosófico tanto de Abelardo quanto de Hegel, para que seja possível compreender a filosofia tanto de um quanto de outro. É das razões apresentadas e esclarecidas na Fundamentação da Metafísica dos Costumes de Immanuel Kant que compreenderemos o significado dos conceitos de “Dever”, “Boa Vontade”, “Imperativo Hipotético”, “Imperativo Categórico”.

Caso alguém tente ler a Fundamentação da Metafísica dos Costumes de Kant e entender o conceito de “Vontade” através do sentido atribuído por Schopenhauer em O Mundo como Vontade e Representação, a leitura será comprometida e o texto de Kant não será compreendido de acordo com a intenção deste filósofo, assim como ler O Senhor dos Aneis e entender “mago” através do sentido desenvolvido em Harry Potter comprometerá a compreensão da história da Terra Média.

Há alguns conceitos que são paradigmáticos e pertencentes à tradição ocidental, que são retomados e retrabalhados ao longo da história da filosofia, cujo sentido é dado de modo implícito no desenvolvimento da argumentação dos filósofos.

Por isso, além de atentar aos textos em questão para desvendar o vocabulário filosófico de um filósofo, é necessário conhecer toda a história da filosofia, ao menos em suas linhas mais gerais e fundamentais.

Com efeito, ler filosofia é buscar compreender o pensamento de um filósofo, possível por meio de conceitos articulados com as diferentes teses — que constituem seu vocabulário filosófico —, desenvolvidos e encadeados por meio de uma ordem de razões, explicitados na estrutura dos distintos textos e sistemas.


A profundidade filosófica e a sutileza da escrita pela qual as reflexões presentes no enredo de O Pequeno Príncipe são desenvolvidas conseguem proporcionar, por um lado, uma obra genuinamente infantil, com o desenvolvimento de temáticas agradáveis a qualquer tipo de público, desde as crianças até as “pessoas grandes”, e, por outro, problemas filosóficos subjacentes ao enredo que são capazes de suscitar discussões acadêmicas do mais alto nível.


A profundidade filosófica e a sutileza da escrita pela qual as reflexões presentes no enredo de O Pequeno Príncipe são desenvolvidas conseguem proporcionar, por um lado, uma obra genuinamente infantil, com o desenvolvimento de temáticas agradáveis a qualquer tipo de público, desde as crianças até as “pessoas grandes”, e, por outro, problemas filosóficos subjacentes ao enredo que são capazes de suscitar discussões acadêmicas do mais alto nível.


Na medida em que muitos dos problemas levantados — como, por exemplo, os problemas essência e aparência e verdade e falsidade — estão sendo discutidos na história da filosofia desde Parmênides e Platão, a pretensão de uma análise total parece não conseguir abarcar o todo das possibilidades de leitura filosófica desta obra.

Neste lugar, demasiadamente pequeno, coexistiam com esta figura ilustre somente alguns pequenos vulcões, não maiores do que a altura de seus joelhos, pequenos brotos de baobás — estes mais preocupantes, cujo crescimento deveria ser impedido para não pôr em risco seu próprio planeta — e uma rosa. um acendedor de lampiões, que vivia tão somente acendendo e apagando um lampião, dado que, de um lado, ele era um indivíduo que, acima de tudo, seguia as leis e, de outro, o planeta era pequeno demais, com seu ciclo diário de apenas um minuto; e por fim um geógrafo, que não conhecia seu próprio mundo, dado que ele somente catalogava o que os exploradores lhe apresentavam. ela respondeu-lhe que havia seis ou sete homens, já que os vira há muito tempo em uma caravana, mas que eles não tinham raízes, então o vento os levava.

Depois ele decidiu subir uma montanha e cumprimentar os céus, mas os achou muito chatos, já que o eco lhe respondia a repetição do que ele falava; Não seria em vão, ensinara-lhe a raposa, se ele tivesse que partir e eles jamais se vissem novamente, na medida em que ela se lembraria dele nos campos de trigo, pensando em seus cabelos amarelos, e ficaria feliz. Depois de muito procurar, encontram um poço e, mais uma vez, o principezinho explicita a seu amigo piloto o significado de suas descobertas, a saber, o essencial não é o aparente, na medida em que, assim como o poço que estava escondido no deserto e as estrelas que também escondiam sua rosa no céu, as coisas belas que realmente importavam não podiam ser vistas com os olhos, mas sentidas com o coração.

Nessa jornada, o piloto descobre que encontrara o principezinho no meio do deserto porque ele estivera fazendo sua jornada de volta para o local de onde viera.

Ele percebe que, assim como a raposa e a rosa, ele fora cativado pelo principezinho e desesperou na iminência de perdê-lo.

Ao questioná-lo, ele descobre que a cobra seria responsável por, de certo modo, enviá-lo de volta a seu planeta, já que seu corpo seria pesado demais para acompanhá-lo na jornada de volta.

se de um lado a raposa lembraria de seus cabelos loiros no trigo dos campos, ele, de outro, lembraria da risada do principezinho ao olhar para as estrelas todas as noites.

Apesar de recuperado anos após os acontecimentos, o piloto revela que havia um fato que fazia toda a diferença: ele esquecera de juntar a correia de couro à focinheira que desenhou para o carneiro do pequeno príncipe.

E, do mesmo modo, também ganhamos um presente: todas as vezes que nós, os leitores, olharmos para as estrelas, poderemos nos perguntar sobre a rosa, o carneiro e o principezinho.

A começar pelo fato de ser platônica da primeira à última página, por colocar em questão a nossa maneira de pensar que foi sedimentada pelos gregos e continua a provocar reflexões até os dias de hoje, assim como os nossos valores, poderíamos levar a efeito muitas e muitas discussões tão caras a todos nós.


Este ocupava todo o espaço do planeta, assim como, de maneira análoga, os governos absolutistas buscaram realizar-se ao longo da história, sobretudo no Estado Nacional Francês no surgimento da modernidade, ocupando todo o território nacional, através de um monopólio das terras, das armas e da economia, como defende Norbert Elias.

Apesar disso, pela personalidade peculiar do monarca, sua reflexão demonstra uma contradição na estrutura de um governo absolutista, ao apontar o problema que um governo totalitário pode trazer a si mesmo, caso não se fundamente na razão. Será que é possível a autoridade absolutista, ou no caso de qualquer outra autoridade totalitarista centralizadora de poder, ser sustentada pelo exercício da razão nas relações interpessoais, isto é, pela persuasão através do discurso como efetivação do poder? 


O poder da decisão das questões de interesse geral passa das mãos do soberano para a discussão e argumentação por meio de debates; a retórica e a sofística sistematizam os discursos, definindo regras de demonstração da verdade e desenvolvendo técnicas de persuasão. A nova lógica comunitária transformará a forma na qual o universo espiritual e as magistraturas se dão na polis, até mesmo exigindo uma prestação de contas dessa magistratura por meio do logos, já que ela não se estabelece mais pela força e sim pela persuasão.

A escrita, por meio desse movimento de publicidade e democratização, torna-se um bem comum de todos os cidadãos e um instrumento de divulgação de conhecimentos, assim como uma das bases da paideia, a formação do homem grego.

Ela transforma as leis em um bem comum, regra geral, passível de ser aplicada a todos, e não mais dependentes de uma autoridade privada.

Os pilares de um governo no qual há uma centralização total do poder na figura de um único indivíduo são o monopólio da violência, da economia e das terras.

Isso significa que, diferentemente do período anterior ao seu surgimento, o período medieval, em que as terras estavam divididas entre a nobreza, assim como as armas na possa desses senhores, e a figura da Igreja possibilitando o poder meramente formal das dinastias francesas, o início da modernidade com o surgimento do Estado Nacional Francês necessitou convergir, para a mão de um único governante, todos esses monopólios.

Parece que essa contradição inviabiliza a coexistência da fundamentação de um governo na razão e a centralização absoluta do poder na figura de um único indivíduo, na medida em que o exercício da razão confere poder à persuasão através do discurso, e não à autoridade centralizadora de um monarca.

Não é o discurso, mas é o medo, a fome e a insegurança que decorrem da efetivação dos monopólios da violência, da economia e das terras, sustentando, por conseguinte, a autoridade centralizadora e totalitarista.

Nessa passagem, esses dois personagens, no caso o monarca e o pequeno príncipe, discutem, de modo implícito, os fundamentos que possibilitam a reflexão acerca das relações políticas entre os indivíduos a partir desses dois fundamentos antagônicos que sustentam essas duas estruturas organizacionais da sociedade: de um lado, a racionalidade e a liberdade, que possibilitam o agir moral, a política e a cidadania, e, de outro, o autoritarismo e a total submissão, que removem a cidadania — dado que não há cidadãos, mas súditos — e inviabilizam qualquer possibilidade de prática política e de deliberação moral para uma vida melhor, o tão buscado “bem viver”.

Por outro lado, a coexistência entre um totalitarismo absoluto e uma fundamentação racional da vida prática parece, de longe, não fazer parte de uma estrutura viável e realizável de política — não seria antipolítica?


"Quando a tristeza bater na sua porta, abra um belo sorriso e diga: Desculpa, mas hoje a felicidade chegou primeiro! Jamais deixe que sua felicidade dependa dos outros. Ninguém deixaria de ser feliz por você."
                                                                          autor desconhecido

"Não há satisfação maior do que aquela que sentimos quando proporcionamos alegria aos outros."
                                                                          Masaharu Taniguchi