Marcando uma grande empolgação em seu conhecimento sobre como viver de filosofia.“Conhecer a si próprio é o maior saber”.

domingo, 14 de outubro de 2018

Moedas Sociais uma alternativa real para qualquer País.

Moeda social é a moeda alternativa a moeda oficial da região, utilizada por um certo grupo.

Moeda social é a moeda alternativa a moeda oficial da região, utilizada por um certo grupo. 


A moeda social age como uma moeda complementar a moeda nacional, porém não a substitui. 

Em função do quadro de globalização das finanças mundiais, acentuam-se algumas críticas de que o sistema globalizado corrobora para o aumento da desigualdade social entre nações e comunidades locais e nações e comunidades periféricas, tal fato pode colaborar com a geração de crises globais do setor financeiro. 

Em algumas zonas as trocas se baseavam em produtos de valor material, como de origem animal ou vegetal, em outras comunidades as relações comerciais eram feitas através de trocas de objetivos sem valor comercial. 

Quando a experiência estava virando uma referência para economistas, o banco central austríaco interditou o sistema.

No ano de 1933, o relato da experiência na Europa efetuado por um professor de Yale impulsionou centenas de vilas norte-americanas a criarem suas próprias moedas.
Compreende uma variedade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas autogestionárias, redes de cooperação, entre outras, que realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário.

Trata-se de uma forma de organização da produção, consumo e distribuição de riqueza centrada na valorização do ser humano e não do capital, caracterizada pela igualdade. 

Tudo leva a acreditar que a economia solidária permitirá, ao cabo de alguns anos, dar a muitos, que esperam em vão um novo emprego, a oportunidade de se reintegrar à produção por conta própria individual ou coletivamente...

Tudo leva a acreditar que a economia solidária permitirá, ao cabo de alguns anos, dar a muitos, que esperam em vão um novo emprego, a oportunidade de se reintegrar à produção por conta própria individual ou coletivamente...


Já de acordo com Mance, o conceito vai além e agrega ao conceito a noção não apenas de geração de postos de trabalho, mas sim uma colaboração solidária que visa a construção de sociedades pós-capitalistas em que se garanta o bem-viver de todas as pessoas:

"...ao considerarmos a colaboração solidária como um trabalho e consumo compartilhados cujo vínculo recíproco entre as pessoas advém, primeiramente, de um sentido moral de corresponsabilidade pelo bem-viver de todos e de cada um em particular, buscando ampliar-se o máximo possível o exercício concreto da liberdade pessoal e pública, introduzimos no cerne desta definição o exercício humano da liberdade...''

A economia popular solidária é "o conjunto de empreendimentos produtivos de iniciativa coletiva, com certo grau de democracia interna e que remuneram o trabalho de forma privilegiada em relação ao capital, seja no campo ou na cidade. 

As decisões mais importantes costumam ser tomadas em assembleias de sócios, em que vigora o princípio de que "cada cabeça é um voto" de igual peso, sem que importe a função ou posição administrativa desse sócio no empreendimento. 

Denominamos de empreendimentos solidários as diversas formas concretas de manifestação da Economia Solidária, que são de uma riqueza e diversidade consideráveis.

Denominamos de empreendimentos solidários as diversas formas concretas de manifestação da Economia Solidária, que são de uma riqueza e diversidade consideráveis.


Existem empreendimentos solidários produtivos nas áreas econômicas mais diversas: são associações ou cooperativas agropecuárias, agroindustriais, industriais, de transporte, de artesanato, de reciclagem de resíduos sólidos, de educação escolar, de hotelaria etc., além de ecovilas e outras iniciativas.

Exemplos de empreendimentos solidários de consumo são as cooperativas de consumo, habitacionais, de crédito e mútuas de seguros gerais, de seguro de saúde, clubes de troca etc.

O associativismo, na forma de sindicatos e associações de classe, associações culturais, cientificas, recreativas, convivenciais, surge em reação ao liberalismo ortodoxo, que suprimia as corporações.

Baseados em princípios como a entreajuda, a cooperação e a caridade, em detrimento do lucro privado, mobilizando e gerindo recursos monetários e não monetários (donativos e trabalho voluntário), constituíram-se formas de atividade econômica mais solidária, democrática e participativa.

A preocupação e o respeito pelas pessoas e pelo ambiente, colocando as pessoas acima do comerciante;

A criação de meios e oportunidades para os produtores melhorarem as suas condições de vida e de trabalho, incluindo o pagamento de um preço justo (um preço que cubra os custos de um rendimento aceitável, da protecção ambiental e da segurança económica);

Baseados em princípios como a entreajuda, a cooperação e a caridade, em detrimento do lucro privado, mobilizando e gerindo recursos monetários e não monetários (donativos e trabalho voluntário), constituíram-se formas de atividade econômica mais solidária, democrática e participativa.

O consumo sustentável baseia-se na ideia de que o planeta não pode suportar os velhos padrões utilizados nas últimas décadas para a extração, produção, comercialização e descarte de bens. 

Surge da reflexão de que o atual sistema tornou-se obsoleto e que a cultura do consumo precisa ser revisitada, de modo que a adoção de novas propostas e práticas tornou-se fundamental. 
Quem estimula o consumo sustentável é o consumidor consciente ou "verde".

Uma discussão sempre presente é se o consumidor tem a força para mudar o mercado, ao optar por empresas e produtos verdes e deixando de comprar produtos que não são amigáveis com o meio ambiente.
A maior barreira para exercer o consumo sustentável é o preço, já que esse tipo de produto é ainda mais caro, e mercados como o Brasil, não tem ainda o poder aquisitivo para fazer essa mudança total. 

Alugar no sentido da partilha e do aumento de vida dos produtos, o que atrasa ou diminui a necessidade de comprar produtos novos é uma tendência actual do mercado. 

Do ponto de vista ambiental, reduzem a procura de novos produtos e,naturalmente, a necessidade de os fabricar, diminuindo o consumo de recursos naturais e as emissões associadas.

Outros pontos a serem levados em conta para uma "compra verde" são: 

a postura da empresa em relação a temas ambientais, suas ações sustentáveis, seus processos de produção, compra de matéria prima, mão de obra estrangeira, como a empresa lida com o descarte de seus produtos, tudo deve ser pesquisado e levado em conta na hora de consumir algum produto. 

A hipótese de renda permanente (PIH) - (Permanent income hypotesis), é uma teoria econômica que tenta descrever como agentes disseminam o consumo ao longo de suas vidas.

A hipótese de renda permanente (PIH) - (Permanent income hypotesis), é uma teoria econômica que tenta descrever como agentes disseminam o consumo ao longo de suas vidas. 

Em sua forma mais simples, a hipótese afirma que as alterações no rendimento permanente (em vez de alterações temporárias de renda), são o que impulsionam as alterações nos padrões de consumo de um consumidor.

Isso teve um efeito profundo no estudo do comportamento do consumidor e fornece uma explicação para algumas das falhas das técnicas de gerenciamento de demanda keynesianas.

A Renda consiste de um componente permanente (previsto e planejado) e de um componente transitório (inesperado).

Em tais circunstâncias, para Friedman, existem apenas dois motivos para uma unidade consumidora gastar mais ou menos em consumo do que sua renda:

uma é suavizar seus gastos de consumo através de um período apropriado de empréstimo e empréstimo;
e o segundo é para obter ganhos de juros sobre depósitos se a taxa de juros relevante for positiva, ou para se beneficiar de empréstimos se a taxa de juros for negativa.

Ao mesmo tempo, qualquer proporção de renda que se dedica ao consumo em cada período, todas essas despesas de consumo são alocadas no decorrer de um processo de otimização - ou seja, unidades consumidoras tentam otimizar não apenas períodos, mas dentro de cada período.

Para rever o nível de gastos de consumo, não é suficiente perceber as mudanças na renda atual, uma vez que, se esta mudança pudesse ser prevista, esperar racionalmente que os agentes construíssem esse desenvolvimento em suas expectativas de antemão.

Compreender o efeito de uma compra, isto é, seus efeitos em todos os seres vivos desde o seu ponto de extração até seu eventual ponto de distribuição (ver intendência do produto), é do interesse do consumidor, não apenas o efeito culminante. (terminologia de Paul Hawken).

Compras individuais ou o critério para compras de uma instituição para qualquer tipo de consumo pode ser definido como uma combinação de padrões fixos, informações especificas de produtos e serviços, tornando fácil a cooperação entre compradores e vendedores para uma escolha ética.

Este ponto de vista sugere, entretanto, que para um sistema democrático ser justo, esta distribuição de votos deve ser igual para todos os pontos de vista, ou que um pequeno grupo com poucos votos seja irrelevante, querendo dizer nada ou não tenham influência.

A educação financeira tem, por propósito, auxiliar os consumidores na administração dos seus rendimentos, nas suas decisões de poupança e investimento, no seu consumo consciente e na prevenção de situações de fraude. 

As novas relações de troca, domínio e poder fundamentaram as bases econômico-sociais vigentes ainda nos dias de hoje.

A educação financeira surge como resposta para orientar a tomada de decisões, informando sobre os serviços financeiros ofertados, sobre necessidades e desejos de consumo, de necessidades de poupança, financiamento e juros, investimentos e rendimentos.

Alguns autores afirmam que, se a criança desenvolve os moldes comportamentais e cognitivos antes de e durante a escola elementar, a educação financeira deve ocorrer durante os primeiros estágios de desenvolvimento comportamental e cognitivo.

Para outros, a educação é a grande ferramenta para a redução de desigualdades sociais, evidenciando a importância da educação para o crescimento financeiro de uma pessoa, uma sociedade e um país.

Sustentabilidade é uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo.

Ultimamente, este conceito tornou-se um princípio segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.

Este novo princípio foi ampliado para a expressão "sustentabilidade no longo prazo", um "longo prazo" de termo indefinido.

A sustentabilidade também pode ser definida como a capacidade de o ser humano interagir com o mundo, preservando o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras.

Na maioria dos casos, forças e fraquezas são dois lados da mesma moeda. Uma força em uma situação é uma fraqueza em outra, mas frequentemente as pessoas não conseguem trocar as marchas. É uma coisa muito sutil falar sobre forças e fraquezas porque elas sempre são a mesma coisa.
Steve Jobs